quinta-feira, 24 de março de 2011

Misteriosa descoberta submarina nas Bahamas

Bimini, um grupo de pequenas ilhas pertencentes às Bahamas, localizadas a leste de Miami, Flórida, são conhecidas como um paraíso de férias e um dos melhores lugares do mundo para pesca em alto mar. Este grupo de ilhas no Atlântico é o local de um mistério arqueológico que tem deixado os cientistas fascinados. Evidências de uma cultura perdida, possivelmente um testemunho silencioso de um continente que repousa no fundo do oceano.
Em 1968, cientistas descobriram a 570 metros, uma estrutura em forma de j feitas de enormes pedras, descansando em paz no fundo do mar. Muitos geólogos consideraram que estas pedras seria uma ocorrência natural. Alguns cientistas, no entanto, estavam convencidos, depois de examinar de perto as pedras, que foram moldados por mãos humanas, a cerca de 12.000 anos atrás.
Enormes blocos de pedra, paredes ciclópicas, estruturas em faixa e outras grandes formações geométricas submarinas provocaram uma polêmica entre os estudiosos. Logo o nome de Atlantis veio à tona, especialmente porque o visionário americano Edgar Cayce previu a descoberta da Atlântida, perto de Bimini.
Enquanto o geólogo norte-americano Neil E. Sealy insiste que as estruturas submarinas só podem ser de origem natural, os arqueólogos representam a opinião contrária. O arqueólogo norte-americano David Zink examinou o fundo do mar em 1974, descobriu outros vestígios para além da parede em forma de J, incluindo uma pedra em forma de uma cabeça com bordas e ranhuras, e um pedaço de mármore, que provavelmente se originou a partir de uma escultura. Zink também reconheceu um padrão geométrico na disposição das rochas submersas, lembrando as sete estrelas da constelação das Plêiades. Colombo descobriu o Arquipélago de Bimini e conheceu a tribo dos índios Arawak, durante sua segunda viagem (1493-1496). Os índios Arawak falaram de um lendário reino, onde jorrava a fonte da juventude, um lugar que foi visitado pelos deuses das estrelas. Eles falavam de um império que existiu a mais de 500 anos atrás, um império que foi engolido pelas grandes potências dos oceanos.
David Zink utilizou medidas incomuns para ajudar a si mesmo nos estudos das estruturas submarinas. Entre seus alunos estavam pessoas de natureza sensível, que deveriam retornar a essa civilização perdida e mentalmente em transe fizeram um esforço para ajudá-lo a recuperar os elos perdidos para este enigma. Durante o experimento, os jovens relataram suas impressões individualmente. A correspondência dos relatórios foram analisados em detalhe. Os resultados foram surpreendentes e deixaram Zink convencido de que os muros de Bimini não eram apenas um lugar sagrado perdido no fundo do oceano, mas um local de consagração espiritual, um centro de energia especial.


Fonte: http://www.helium.com

Um comentário:

Carron disse...

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