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sexta-feira, 2 de março de 2012

O mitológico verme da morte

O allghoi-khorkhoi, orghoi-khorkhoi ou olgoi-khorkhoi ("verme-tripa de sangue", em mongol), também chamado "verme da morte", é um suposto animal vermelho-escuro que se parece com o intestino de uma vaca, passa a maior parte do tempo enterrado nas areias do deserto de Gobi, com 0,6 a 1,5 metro de comprimento e 15 a 20 cm de diâmetro, ao qual os mongóis atribuem a reputação de matar à distância.
Alguns dizem que cospe um veneno amarelo que mata quase instantaneamente ao contato, outro que é capaz de lançar à distância uma descarga elétrica capaz de matar um camelo.


Fonte: http://pt.fantasia.wikia.com

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Cientistas afirmam que o mitológico Kraken existiu a 200 milhões de anos atrás

Através do estudo das marcas encontradas em ossos de nove ictiossauros (Shonisaurus popularis) com 15 metros de comprimento, que viveram durante o Triásico (há mais de 200 milhões de anos), um grupo de investigadores norte-americanos diz ter bases para confirmar a existência de um animal marinho gigante, provavelmente um grande polvo ou uma lula, idêntico ao mitológico kraken, o monstro da mitologia nórdica.
Este animal, capaz de matar e alimentar-se dos maiores predadores da sua época não deixou evidências diretas da sua existência, pois o seu corpo decompunha-se rapidamente após a morte, impedindo o processo de fossilização.Um grupo de investigadores liderado por Mark McMenamin, do Mount Holyoke College (Massachussets), estudou durante vários anos a morte de nove répteis marinhos encontrados precisamente no Parque Estatal Berlin-Ichthyosaur, em Nevada (EUA), onde se encontram preservados os fósseis.
Até agora, a explicação para a morte desses animais seria o aparecimento de um tipo de plâncton tóxico. Mas estes paleontólogos têm uma visão diferente. Quando da descoberta dos ossos, McMenamin ficou surpreendido pela sua disposição, que sugeria que nem todos tinham morrido ao mesmo tempo. Tudo indica que os restos tenham sido colocados nessa posição com um propósito concreto, que lembra o que fazem os polvos atuais com as suas presas quando as levam para as “tocas”.
As marcas nos ossos dos ictiossauros sugerem que uma criatura parecida com um polvo ou uma lula gigante sufocou os animais, partindo-lhes o pescoço. Além disso, as vértebras mostram marcas que remetem para a forma das ventosas do tentáculo de um cefalópode. O Berlin-Ichthyosaur State Park será, segundo os investigadores, o covil do kraken que os matou.


Fonte: http://www.cienciahoje.pt

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O míticoTatzelwurm

O Tatzelwurm ("verme de garras", em alemão) é um animal do folclore dos alpes da Suíça,Baviera, Áustria, Itália e França, relatado desde o século XVIII e que parece uma versão reduzida dos dragões das lendas medievais.

É conhecido também pelos nomes de Stollenworm ("verme da toca"), Bergstutzen ("tronco da montanha"), Springwurm ("verme que pula")Dazzelwurm, Praatzelwurm, Steinkatze, Beißwurm e (nos Alpes franceses), Arassas.

O animal tem sido descrito como tendo de 60 cm a 1,5 metro de comprimento, grosso como o braço de um homem. Alguns o descrevem com uma cabeça que lembra a de um gato, apesar de coberta de escamas, em vez de pelos. Certas descrições dizem que possui apenas duas patas dianteiras curtas (13 cm), outras que tem quatro patas e outras, ainda, que não tem nenhuma. Alguns dizem tê-lo visto saltar longas distâncias (8 a 15 metros) ou mesmo voar. Uma história do verão de 1921, em Hochfilzen, sul da Áustria, um Tatzelwurm saltou sobre um pastor e um caçador clandestino, que lhe deram um tiro e fugiram aterrorizados.

Também há relatos de ataques a porcos.Para os criptozoologistas que acreditam em sua existência, seria uma espécie desconhecida de anfíbio ou de réptil. Poderia estar relacionado, por exemplo, aos anfisbênios, grupo de répteis semelhantes a lagartos sem patas, como o que é conhecidos no Brasil como "cobra-cega" ou "ubijara" (Amphisbaena alba, de até 60 cm), ou que têm apenas duas patas dianteiras, como o lagarto-toupeira do México (Bipes biporus, com 17 a 24 cm de comprimento).



Fonte:http://www.itsnature.org