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domingo, 27 de janeiro de 2019

Livro: Plantas do Campus Unisinos São Leopoldo


Para baixar o livro clique aqui
Pensando neste espaço verde encontrado no Campus, e, nas inúmeras possibilidades que as plantas encontradas neste espaço apresentam para a comunidade científica e em geral, o objetivo deste trabalho foi organizar e divulgar um catálogo das árvores e arbustos do Campus que apresentam valor alimentício, econômico, medicinal e
ornamental. O levantamento inicial foi baseado em informações obtidas pelos alunos do curso de Extensão,” Procedimentos práticos para levantamento da flora do Campus da Unisinos”. A partir deste inventário prévio, o levantamento foi realizado de maneira aleatória, com método de caminhamento, entre os fragmentos da vegetação, no período janeiro de 2017 a fevereiro de 2018. Foram registradas 81 espécies, no entanto salienta-se que esta é a primeira parte do catálogo e nem todas as espécies do campus foram contempladas. Futuramente pretende-se dar continuidade a este levantamento e publicação. As espécies do catálogo estão organizadas em ordem alfabética de família e estas em ordem alfabética de gênero e espécie. Para cada espécie é apresentado o nome científico, nome popular, principais características morfológicas e utilidades. São incluídas fotografias do hábito, detalhe das folhas, detalhe das flores e sempre que possível detalhe dos frutos. As fotografias são de autoria de Giulia Frias Santos e Jonatas Biegelmeier. Para cada espécie é incluído um mapa de localização da mesma no Campus e sua identificação se dá através de um círculo amarelo. Destacamos, que para algumas
espécies, não foram marcados todos os registros ocorrentes no campus. Para diferenciar as utilidades de cada espécie usou-se os seguintes símbolos: representando os valores alimentício, econômico, medicinal e ornamental, respectivamente. Encontra-se em destaque quando possui tal aplicação. Os dados apresentados foram baseados em literatura científica e sites com informações gerais sobre seus usos. A utilização para fins medicinais somente deve ser feita com consulta a profissional da área de saúde ou bibliografias especializadas, não tendo como objetivo fornecer receitas de aplicação.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Tinta biodegradável de beterraba

A partir da constatação de que as tintas das canetas convencionaisbcontêm metais pesados prejudiciais ao meio-ambiente e à saúde humana, os alunos Bruno Buzo e Mariana Costa, do Colégio Koelle de Rio Claro (SP), desenvolveram uma tinta à base de beterraba Para que o projeto chegasse à quinta edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), os alunos pesquisaram e concluíram que a beterraba é o melhor vegetal para fazer a tinta, pois dela é possível retirar a pigmentação mais forte.O processo de produção começa com a raiz sendo batida no liquidificador. Posteriormente, são adicionados ao suco conservantes e outros elementos, como amido, para tornar a tinta mais resistente e viscosa. Tudo biodegradável. O resultado é uma tinta vinho, bastante intensa. Segundo os estudantes, as raízes retiradas de agosto a novembro são as mais adequadas pois produzem os melhores pigmentos.

fonte: www.aprendiz.com.br

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Bioplástico – produto que pretende substituir as resinas plásticas produzidas a partir do petróleo

Produtos feitos com Bioplástico

Cana-de-açúcar, milho, arroz, batata: essas são as matérias-primas do bioplástico – produto que pretende substituir as resinas plásticas produzidas a partir do petróleo. A busca por novas alternativas ao plástico comum tem feito o setor crescer de forma acelerada – a Associação Européia de Bioplástico estima que a capacidade global de produção seja quadruplicada até 2011 – atingindo 1 milhão de toneladas. O termo bioplástico é aplicado a compostos derivados de fontes renováveis (como os produzidos a partir de cereais e outros vegetais ou óleos) ou que sejam biodegradáveis (nesse caso, precisam atender a padrões rígidos relacionados com a capacidade de biodegradação e de compostagem).
Por custar entre 20% e 100% a mais do que o plástico convencional, o bioplástico não era adotado como uma alternativa viável pelas indústrias. Mas a competitividade do produto tem aumentado à medida que uma combinação de fatores vem estreitando significativamente a diferença de custo entre os dois tipos de produto: a crise do petróleo, os altos impostos aplicados às embalagens e a elevação no preço das resinas como o polipropileno em até 45% impulsionam a demanda por alternativas renováveis.

Fonte:Margha Nostra