MEUS LIVROS
domingo, 30 de junho de 2024
Webike, a mesa de produção de eletricidade
sábado, 29 de junho de 2024
Ladrilhos que transformam energia cinética em energia elétrica
Certamente a forma de conceber as casas do futuro é um tema em grande e contínua evolução, pelo que não nos pode surpreender como este conceito irá afetar tanto as formas, como os materiais e a funcionalidade delas. A possibilidade de produzir eletricidade nas nossas casas ou escritórios está dando origem a um grande impulso de ideias e projetos que dentro de poucos anos encontrarão aplicações práticas e concretas. Entre essas aplicações estão os pisos que transformam energia cinética em energia elétrica.É por isso que a funcionalidade dos nossos apartamentos sofrerá uma evolução notável a partir de uma simples ação como caminhar que pode esconder uma fonte de energia. É o caso da patente da Pavegen Systems, empresa tecnológica que desenvolveu lajotas de pavimentação para converter a energia cinética determinada pelo pisoteio de pessoas em pequenas quantidades de energia elétrica.
Este sistema, portanto, nada mais faz do que reconverter o que é uma ação humana normal em energia elétrica. Além disso, estas lajotas são obtidas a partir de borracha da reciclagem de pneus; portanto, provenientes de outra valorização energética, e foram concebidos como uma fonte energética alternativa e integradora a ser obtida nos grandes centros urbanos. A sua utilização obviamente será em locais muito movimentados como centros comerciais, grandes estações ferroviárias, aeroportos etc. Para dar alguns números sobre o potencial deste sistema, considere que, de acordo com os dados obtidos, um único passo produz 7 watts; multiplicamos este valor por todos os passos de uma pessoa, nas áreas assim equipadas, e com uma enorme multidão em movimento contínuo.Obviamente, quando falamos de energias renováveis, devemos ter em conta a eficiência global do sistema; fazer o planejamento, construção, implantação, manutenção etc. Porém, é certamente um... grande avanço... para produzir novas fontes de eletricidade.
Fonte: https://antropocene.it/
MEUS LIVROS
sexta-feira, 28 de junho de 2024
Nova tecnologia transforma energia bioquímica (fotossíntese) em energia elétrica utilizável (fotoelétrica), produzindo eletricidade diretamente das plantas
A Mesa de musgo é uma bancada que permite a produção de eletricidade diretamente das plantas. Este é um projeto futurista, mas já testado, que combina dois princípios; um biológico e um fotoelétrico; desta forma, por um lado, explora-se a capacidade do musgo de absorver a luz solar para realizar a fotossíntese da clorofila e, por outro, combina-se com um sistema fotoelétrico para produzir eletricidade; uma verdadeira biofotovoltaica. Um sistema combinado que conecta as ciências biológicas e as ciências tradicionais denominado, na verdade, “Design na Ciência”; em suma, uma forma de obter eletricidade. A Mesa de musgo é atualmente um projeto protótipo: uma mesa de centro de design cuja superfície é totalmente coberta com musgo capaz de alimentar uma lâmpada colocada sobre ela ou outros pequenos aparelhos (como um PC, um carregador, um relógio digital, etc.) graças a a exploração das possibilidades oferecidas pela biofotovoltaica.
A tecnologia
BPV (BioPhotoVoltaics) permite assim transformar energia bioquímica
(fotossíntese) em energia elétrica utilizável (fotoelétrica). A Mesa de musgo
foi projetada com uma série de fibras de condução projetadas especificamente
para essa finalidade. Assim, ao explorar a imensa fonte de fotossíntese da
clorofila, o musgo (e futuramente plantas mais complexas) transforma-se num
produtor de eletricidade, utilizando diretamente a energia proveniente do sol. Chegamos assim ao ponto de ultrapassar uma nova fronteira; a união e conexão
entre biologia, bioquímica e eletrônica. A Mesa de musgo, que atualmente é
capaz de produzir 520J de energia por dia (ainda insuficiente para o
funcionamento de um computador, para o qual são necessários 25J por segundo),
demonstra no entanto como este caminho, uma vez ultrapassadas as normais
dificuldades iniciais, é aquela que pode abrir cenários energéticos e
biológicos de perspectivas incríveis. Praticamente começou uma nova era em que a humanidade pode começar a criar
bem-estar, reconectando-se ao mundo biológico, sem explorá-lo, mas vivendo em
simbiose com ele. O caminho é longo mas quem começa bem, como dizem, está a
meio caminho.
Fonte: https://antropocene.it/
MEUS LIVROS
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Energia eólica ultrapassa a hidroelétrica como principal fonte de energia renovável dos EUA
domingo, 29 de janeiro de 2017
A energia solar está ganhando da energia gerada pelo carvão na Índia
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
100% de fontes de energia renováveis exigem sobrecapacidade
sábado, 21 de janeiro de 2017
A Costa Rica funcionou quase inteiramente com recursos renováveis em 2016
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Muro verde gera eletricidade a partir de musgos
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Como a energia solar está trazendo segurança alimentar para a África
terça-feira, 22 de novembro de 2016
A energia eólica está em ascensão nos EUA

sábado, 3 de novembro de 2012
London Array, Parque eólico em alto mar será o maior do mundo a produzir energia
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Gasolina verde

quinta-feira, 23 de julho de 2009
Combustíveis de algas ganham força nos Estados Unidos

sexta-feira, 17 de julho de 2009
País pode gerar energia a partir do vento equivalente à produção de Itaipu, diz Lobão

segunda-feira, 6 de julho de 2009
Petrobras quer produzir em 2009 querosene para avião a partir de matérias renováveis

quarta-feira, 24 de junho de 2009
Energia eólica é suficiente para o mundo, diz estudo

domingo, 7 de junho de 2009
Abacate gera biodiesel e álcool etílico

Como os demais resultados obtidos estão em conformidade com a regulamentação, os pesquisadores consideram que a metodologia empregada é adequada para realizar a síntese do produto.
A extração do óleo e álcool do abacate ainda demanda investimentos em equipamentos. De acordo com o professor da Unesp, é necessário estudar o desenvolvimento de um despolpador - para separar a polpa do caroço - e produzir a centrífuga para obter máximo rendimento. O estudo resultou na apresentação de quatro trabalhos em congressos nacionais.
Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br