domingo, 5 de fevereiro de 2017
Primeira floresta vertical da China está sendo construída em Nanjing
sábado, 4 de fevereiro de 2017
O baixo nível de oxigênio na Idade Média da Terra atrasou a evolução por dois bilhões de anos
domingo, 29 de janeiro de 2017
A energia solar está ganhando da energia gerada pelo carvão na Índia
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Os trens holandeses são os primeiros a funcionar com 100% de energia eólica
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Por que é impossível prever quando aquela gigantesca placa de gelo Antártico se dividirá
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
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sexta-feira, 25 de novembro de 2016
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Novo tipo de papel ecológico é produzido a partir de pedra reciclada

Chega agora à Europa e brevemente no Brasil um novo tipo de papel ecológico criado nos EUA onde é comercializado desde 2004. O “TerraSkin” é produzido a partir de minerais em pó (75-80%) - mármore e calcário reciclados da indústria da construção - e uma resina não-tóxica (20-25%)- constituindo um material resistente à água, à gordura e ao óleo, que pode ser utilizado para produzir sacos, etiquetas auto-adesivas e cadernos.
Este tipo de papel inovador, que pode ser um substituto do papel convencional, cartão e plástico, é “verde” de múltiplas formas. Com efeito, por um lado trata-se de um material triplamente “amigo do ambiente” porque a sua produção não exige o consumo de madeira, de água ou de cloro. Adicionalmente é necessária de menos 50% energia para o produzir, é 100% reciclável – desfaz-se ao fim de 3 a 9 meses de exposição – e acarreta menos 50% de emissões de CO2.
Segundo a “Design and Source”, responsável pelo invento, a produção do equivalente em “TerraSkin” a uma tonelada de pasta de papel convencional permite evitar o abate de 20 árvores, a emissão de 1200Kg de CO2 e poupar31 toneladas de água.O senão deste papel inovador é o seu elevado custo uma vez que é 4 vezes mais caro que o papel convencional.O produto será distribuído na Europa pela empresa “EmanaGreen”, que pretende fazê-lo chegar aos lares dentro de 5 anos. Segundo Ignacio Schmidt, diretor da empresa “Se todo o papel do mundo fosse deste novo material evitar-se-ia o abate de 3 mil milhões de árvores e a [emissão] do equivalente a 55 milhões de automóveis.
Fonte:http://www.elmundo.es