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domingo, 13 de novembro de 2016

Morcego brasileiro é o animal voador mais rápido do mundo

Em um novo estudo na revista Royal Society Open Science, os pesquisadores explicam que, até agora, os morcegos eram considerados mais lentos do que os pássaros, graças ao fato de que a morfologia de suas asas tende a gerar mais arrasto, enquanto suas orelhas grandes também os retardam enquanto voam pelo ar.No entanto, depois de medir a velocidade de vôo de sete morcegos de cauda livre brasileiros ao longo de uma semana, a equipe descobriu que eles são capazes de rajadas curtas de vôo horizontal extremamente rápidas, atingindo uma velocidade máxima de 160,2 quilômetros por hora. Não só esta velocidade não é igualada por qualquer outra espécie de morcego, mas também supera a maior velocidade de vôo horizontal já registrada em aves – 112 quilômetros por hora, registrada pelo andorinhão-preto.
Para coletar os dados, a equipe anexou pequenos transmissores de rádio às costas dos morcegos e rastreou os sinais emitidos por esses dispositivos usando receptores em aeronaves que seguiram os mamíferos em suas viagens noturnas.Segundo os pesquisadores, os morcegos foram capazes de atingir essas velocidades vertiginosas planando: eles aumentam os intervalos entre cada aba de suas asas e simplesmente deslizam através do ar.A equipe ficou um pouco surpresa com sua descoberta, e certamente não esperava descobrir que um morcego era o maior velocista aéreo do mundo. Em uma declaração, o co-autor do estudo, Kamran Safi, explicou que “dificilmente poderíamos acreditar em nossos dados, mas eles estavam corretos: às vezes, as fêmeas, que pesam entre 11 e 12 gramas, voavam a velocidades de mais de 160 quilômetros por hora, um novo recorde para o voo horizontal”.

Fonte: http://www.iflscience.com/

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Conhecendo para preservar: Lithraea molleoides , Aroeira-banca

Família: Anacardiaceae.

Nome científico: Lithraea molleoides (Vell.) Engl.

Nomes populares: Falsa-aroeira brava (RNC), aroeira-branca, aroeira-de-fruto branco, aroeirinha e bugreiro.

Nomes populares em outros países: na Argentina molle de beber, na Bolívia, iloke.

DESCRIÇÃO DA ESPÉCIE
Planta perenifòlia. heliòfita. pioneira, característica da floresta situada em regiões de altitude, tanto em terrenos secos quanto úmidos. Apresenta dispersão ampla porém irregular, ocorrendo principalmente nas formações secundárias. Sua produção de sementes no é abundante todos os anos.
Folhas: Alternadas, compostas, imparipinadas, subcoriáceas, com 3 a 7 folíolos, com raque alada, folíolos opostos, oblongo-elípticos e inteiros. Com ápice agudo-mucronado, sésseis e glabros. Suas folhas podem causar graves irritações na pele a pessoas alérgicas.

Fruto: drupa globosa ou ovóide, simples semicarnosa e indeiscente que mede 06 cm de diâmetro com uma semente.

Flores: Pequena, glabras, amareladas, ou cremes.

Floração: Junho/Setembro.

Frutificação: Outubro/Dezembro.

Polinização: abelha-européia,  ou africanizada,irapuá, jataí, jatai-da-terra,, iraí,, mirim ( PIRANI; CORTOPASSI-LAURINO,1993)

Dispersão: zoocórica por animais. O quati é muito visto na espécie.
Ocorrência: Floresta Ombrófila Mista, Minas Gerais. São Paulo e Mato Grosso do Sul até o Rio Grande do Sul. Em várias formações vegetais.

Paisagístico: Árvore ornamental usada na arborização de cidades e jardins, mas deve-se tomar cuidado que é uma espécie que causa sérias reações alérgicas.

Apícola: As flores da aroeira-branca são melíferas.

Utilização: A madeira é útil para a construção civil, marcenaria, obras de torno, esteios, lenha e carvão. Os frutos encerram um óleo essencial, a casca é tanifera e tintonal. as sementes são suscetíveis das mesmas aplicações da terebintina e as folhas são aromáticas e medicinais. Esta espécie é considerada entre todas as aroeiras, como a que causa as maiores reações alérgicas à pessoas sensíveis. A árvore é bastante ornamental, podendo ser usada com sucesso em parques e jardins, tendo como único inconveniente seu principio alérgico. As flores são melíferas.

Fonte:

CARVALHO, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. Coleção Espécies Arbóreas Brasileiras, vol. 2. Brasília, DF: Embrapa informações Tecnológica; Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2006. 627 p.

CARVALHO, P.E.R.; ZELAZOWSKI, W.H.; LOPES, G.L. Comparação entre espécies arbóreas nativas (arboreto linear), em Foz do Iguaçu, PR. Colombo: EMBRAPA-CNPF, 1999. 2 p. (EMBRAPA-CNPF. Pesquisa em andamento, 22). Biblioteca(s):AI-SEDE (FL 08523-CNPF EMB).


LORENZI, H. 2002. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil. Vol. 1, 2ª ed., Editora Instituo Plantarum, Nova Odessa, São Paulo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Eco curiosidades: Abelhas sempre morrem depois da ferroada?

Esse mito é parcialmente verdade. Algumas abelhas de fato morrem ao picar alguém ou alguma coisa. Isso ocorre porque seu ferrão está acoplado ao resto do corpo. Então, ao usá-lo, a pobre abelhinha se rompe por dentro e junto com o ferrão e o veneno, sai parte do sistema digestivo, músculos e nervos. Mas isso só acontece com as operárias. Zangões, por exemplo, têm uma forma mais suave de liberar seu veneno, de forma que é possível soltar o ferrão mais de uma vez, sem morrer no processo. A mesma regra vale para a toda poderosa abelha rainha, afinal, qual a vantagem em governar a colméia se sua vida for tão frágil?


Fonte: http://super.abril.com.br/

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Dicas interessantes para salvar o mundo


1. Informe-se
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam.

2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.
3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.

4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure ema parecida na qual você possa se engajar.

5. Otimismo é fundamental
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.

6. Seja efetivo
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.

7. Crie notícia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.

8. Planeje sua família
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.

9. Não polua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.

10. Preserve a biodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.

11. Seja coerente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.

12. Passe a sua vida a limpo
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.

13. Boicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por moviemntos: faça isso sempre que cair a ficha.

14. Eleja e cobre
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.

15. Separe o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.

16. Ensine as crianças
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.
17. Acredite no futuro
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.

Fonte: Ambiente Brasil

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Dicas para se desfazer dos rejeitos do dia a dia


No início dos tempos, os primeiros homens eram nômades. Moravam em cavernas, sobreviviam da caça e pesca, vestiam-se de peles e formavam uma população minoritária sobre a terra. Quando a comida começava a ficar escassa, eles se mudavam para outra região e os seus "lixos", deixados sobre o meio ambiente, eram logo decompostos pela ação do tempo. À medida em que foi "civilizando-se" o homem passou a produzir peças para promover seu conforto: vasilhames de cerâmica, instrumentos para o plantio, roupas mais apropriadas. Começou também a desenvolver hábitos como construção de moradias, criação de animais, cultivo de alimentos, além de se fixar de forma permanente em um local.
A produção de lixo consequentemente foi aumentando, mas ainda não havia se constituído em um problema mundial. Naturalmente, esse desenvolvimento foi se acentuando com o passar dos anos. A população humana foi aumentando e, com o advento da revolução industrial - que possibilitou um salto na produção em série de bens de consumo - a problemática da geração e descarte de lixo teve um grande impulso.
Atualmente, os nossos residuos estão se acumulando, não obstante, devemos buscar novos meios para diminuir a geração destes residuos e dar o destino correto deste materiais, por isso ai vão algumas dicas, o meio ambiente agradece:

Restos de Comida
O lixo orgânico representa 57% dos rejeitos. Quem quiser transformar cascas de frutas e legumes em adubo para plantas pode montar ou comprar uma composteira. Também chamados de minhocários caseiros, esses sistemas têm minhocas vivas que transformam os restos de alimento em compostos orgânicos. Estão à venda nos sites moradadafloresta, lixeiraviva, composteira e minhocasa.
Óleo de Cozinha
Jogado no ralo, 1 litro de óleo de cozinha usado contamina até 20 000 litros de água. Para transformá-lo em sabão na cidade de São Paulo você pode colocalo em garrafas plásticas e levar para os supermercados Pão de Açúcar. Condomínios podem fazer o mesmo com os galões de 50 litros vendidos, por 30 reais, pela ONG Trevo. Em outras cidades procure se informar por projetos semelhantes
Móveis e Entulho
Resíduos de reformas, móveis velhos e restos de poda de árvores com volume de até 1 metro cúbico, que não são grandes a ponto de justificar o aluguel de uma caçamba, na cidade de São Paulo devem ser levados a um dos 37 Ecopontos da cidade. A lista completa está no site da Limpurb. Em outras cidades do país você pode se informar na prefeitura local.
Celulares,Bateria e carregadores
Com a sanção da lei estadual que institui normas para reciclagem e destinação final do lixo eletrônico em São Paulo, as lojas de celulares passaram a ser obrigadas a receber aparelhos usados. Baterias, por exemplo, contêm metais pesados perigosos que não devem ir para aterros. Só as lojas da Vivo reciclaram, no primeiro semestre de 2009, mais de 74 000 itens. As 376 agências dos bancos Real e Santander na cidade, que recolhem celulares, pilhas e baterias, reciclaram 17,8 toneladas no mesmo período. Em outras cidades do país as lojas que vendem estes produtos de acordo com resolução do CONAMA devem dar o destino final.
Remédio e Seringas
Os vidrinhos vazios e bem lavados podem ir para o cesto comum, mas remédios vencidos e seringas usadas devem ser encaminhados para incineração em hospitais e postos de saúde. Para evitar acidentes com os coletores, guarde as seringas em caixas ou embalagens rígidas.
Pilhas e Baterias
Em São Paulo a coleta de pilhas e baterias começou a ser feita nas lojas da Drogaria São Paulo em 2004. Tudo é reciclado pela empresa Suzaquim, de Suzano. Dois anos depois, surgiu o Programa Papa-Pilhas, dos bancos Real e Santander, que já coletou 56,7 toneladas de pilhas, baterias e celulares. Na outras cidades procure se informar nas Secretarias de Meio Ambiente ou Fundações ambientais.
Lâmpadas usadas
Como contêm mercúrio, um veneno perigoso, em sua composição química, as lâmpadas fluorescentes exigem cuidados especiais ao ser descartadas. Poucas empresas fazem a reciclagem – uma delas é a
Apliquim.Tratado, seu vidro pode ser usado em pastilhas e materiais de construção. Caso a lâmpada se quebre, é preciso evitar inalar a substância de seu interior ou tocar nela. Já as lâmpadas incandescentes convencionais podem ir para o fundo dos aterros comuns.
Eletroeletrônicos
Com destino ainda indefinido, computadores, televisores e outros equipamentos quebrados não têm um caminho seguro fora dos aterros sanitários. O site lixoeletronico.org lista empresas que aceitam doaçõe dos que funcionam e outras que cobram para reciclar os quebrados.
Pneus velho
Todos os meses, em São Paulo 12 000 toneladas de pneus sem possibilidade de recauchutagem são coletados para reciclagem na cidade. O Programa de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis da Reciclanip, uma entidade formadapelos fabricantes, transforma-os em materiais como solado de sapato e borracha de vedação. Há uma lista de pontos de coleta no site reciclanip.com.br.
Isopores
Embora ainda tenham baixo valor de mercado e sejam desprezados em algumas cooperativas, os isopores podem ser reutilizados. Inclua-os junto com os plásticos. O tipo EPS (poliestireno expandido), comum em embalagens de eletrônicos, é mais aceito que o XPS (poliestireno extrudado), usado em bandejinhas de alimentos.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Comoposso ajudar o meio ambiente?

Sempre é bom lembrar de algumas dicas para ajudar o meio ambiente, então ai vão algumas:
1. O chuveiro elétrico consome de 25% a 35% da energia gasta em uma casa. Se você reduzir o tempo de banho de 12 para 6 minutos, vai gerar uma economia de eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por 7 horas.

2. Produzir alumínio requer 22 vezes mais energia que reciclá-lo. O reaproveitamento de uma única latinha de cerveja, por exemplo, representa uma economia de luz suficiente para manter ligada uma televisão por três horas!

3. Tenha sempre à mão uma sacola reutilizável para compras – em São Paulo, os sacos plásticos de supermercados correspondem a 40% das embalagens jogadas fora e ocupam de 15% a 20% do volume de um lixão.

4. Levar uma caneca para o trabalho ajuda a diminuir a quantidade de copos plásticos descartados.

5. O consumo desenfreado é outro vilão do meio ambiente. Segundo a americana Annie Leonard, especialista em saúde ambiental e autora do filme The Story of Stuff (algo como a História das Coisas),99% dos produtos consumidos nos Estados Unidos são jogados fora seis meses depois da compra.

6. Na cidade de São Paulo, seis em cada dez automóveis circulam com uma só pessoa. Isso significa mais trânsito, poluição e gastos. Compartilhar o carro alivia o bolso, o pulmão e as ruas. Empresas como Basf, Mantecorp e Serasa já criaram grupos de caronas entre funcionários. Que tal organizar um?