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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Os pólos magnéticos da Terra estão configurados para trocar de lugar e estamos totalmente despreparados

A Terra é rodeada por um campo magnético, uma espécie de força invisível que protege a vida da radiação solar nociva, desviando partículas carregadas. No entanto, longe de ser constante, este campo está em constante mudança. A história do nosso planeta inclui pelo menos várias centenas de inversões magnéticas globais, nas quais os pólos magnéticos norte e sul trocaram de lugar. Então, quando será a próxima e como isso afetará a vida na Terra?
 
O que é a inversão?

Durante uma inversão, o campo magnético assume uma forma mais fraca e mais complexa. Pode cair para 10% da sua força atual e ter ambos os pólos magnéticos no equador, ou mesmo a existência simultânea de múltiplos pólos magnéticos “norte” e “sul”. As inversões geomagnéticas ocorrem algumas vezes a cada milhão de anos, em média. Porém, o intervalo entre as inversões é muito irregular e pode variar até dezenas de milhões de anos.
Também pode haver inversões temporárias e incompletas, conhecidas como eventos, nas quais os pólos magnéticos se afastam dos pólos geográficos – talvez até mesmo cruzando o equador – para em seguida retornar aos seus locais originais. A última inversão total, a inversão de Brunhes-Matuyama, ocorreu cerca de 780.000 anos atrás.

Riscos

A última inversão temporária, o evento Laschamp, ocorreu há cerca de 41 mil anos. Durou menos de 1.000 anos, sendo que a mudança real da polaridade durou cerca de 250 anos.

O que acontece com as pessoas?

Em termos de vida na Terra e o impacto direto de uma inversão em nossa espécie, não podemos prever definitivamente o que acontecerá, uma vez que seres humanos modernos (Homo sapiens) não existiam no momento da última inversão total.Vários estudos têm tentado ligar inversões passadas com extinções em massa, sugerindo que episódios de vulcanismo estendido poderiam ser impulsionados por uma causa comum.
Sabemos que muitas espécies animais têm alguma forma de magnetorecepção que lhes permite sentir o campo magnético da Terra, usando isso para auxiliar na navegação de longa distância durante a migração. Mas não está claro que impacto uma inversão total poderia ter sobre essas espécies.O que está claro é que os primeiros humanos conseguiram sobreviver ao evento Laschamp e a própria vida sobreviveu às centenas de inversões completas evidenciadas no registro geológico.

Podemos prever inversões geomagnéticas?

Uma inversão total dos polos magnéticos está “próxima”. O fato de que o campo da Terra está atualmente diminuindo a uma taxa de 5% por século levou a sugestões de que o campo pode se inverter nos próximos 2.000 anos.Mas fixar uma data exata – pelo menos por enquanto – é difícil. O campo magnético da Terra é gerado dentro do núcleo líquido do nosso planeta, pelo lento agitar do ferro fundido. Como a atmosfera e os oceanos, a maneira como ele se move é governada pelas leis da física. Devemos, portanto, ser capazes de prever a inversão através do rastreamento deste movimento, assim como podemos prever o clima, olhando para a atmosfera e o oceano.

Dificuldades

As dificuldades de prever o tempo além de alguns dias são amplamente conhecidas, apesar de vivermos dentro da a atmosfera, observando-a diretamente. Logo, a previsão de movimentos no núcleo da Terra é ainda mais complicada, principalmente porque ele está abaixo de 3.000 quilômetros de rocha. Apesar disso, não estamos completamente cegos: sabemos a composição principal do material dentro do núcleo e que ele é líquido. Uma rede global de observatórios e satélites em órbita também está medindo como o campo magnético está mudando.Isso, combinado com simulações numéricas e experiências de laboratório para estudar a dinâmica de fluidos do interior do planeta, está desenvolvendo nosso entendimento a uma taxa rápida. Quem sabe tenhamos uma melhor ideia do que esperar em breve.

Experiência passada

As tempestades geomagnéticas, impulsionadas pela interação de erupções anormalmente grandes de energia solar com nosso campo magnético, nos dão uma noção do que podemos esperar com um escudo magnético enfraquecido.Em 2003, a chamada Halloween Storm causou apagões na rede de eletricidade da Suécia, exigiu o reencaminhamento de vôos e perturbou satélites e sistemas de comunicação.
Mas essa tempestade foi menor em comparação com outras do passado recente, como o evento Carrington de 1859, que causou auroras tão ao sul quanto no Caribe.
O impacto de uma grande tempestade na infra estrutura eletrônica de hoje não é totalmente conhecido. No entanto, qualquer tempo gasto sem eletricidade, aquecimento, ar condicionado, GPS ou internet teria um grande impacto no planeta, com apagões generalizados podendo resultar em uma interrupção econômica de dezenas de bilhões de dólares por dia.
A alteração no campo magnético durante uma inversão enfraquece seu efeito de blindagem da Terra, permitindo níveis elevados de radiação sobre e acima da superfície do planeta. Se isso acontecesse hoje, o aumento de partículas carregadas chegando à Terra resultaria em riscos maiores para satélites, aviação e infra estrutura elétrica terrestre.


Fonte: http://www.sciencealert.com/

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Esquimós estão assustados com misterioso ruído que vem do mar no ártico

O fundo do mar não anda fácil. Primeiro foi a "jacuzzi do desespero", espécie de lago de água, sal e metano no fundo do Golfo de México que mata qualquer criatura que arriscar um mergulho. Agora, o mistério tropical foi trocado por um ruído gelado. As forças armadas do Canadá estão de olho (ou será de ouvido?) em uma espécie de zumbidoque vem do fundo do oceano. Uma população esquimó local já afirma que mamíferos locais, assustados, estão se afastando da região, o que afeta a caça e a alimentação. As notícias vêm da rede canadense CBC.Ao que tudo indica, o som vem do fundo de um canal que tem entre 2 km e 20 km de largura chamado Estreito de Fury e Hecla, localizado no território de Nunavut, no extremo norte do país. Moradores de Igloolik, uma comunidade isolada de esquimós inuítes que depende da caça de animais na região, levaram suas preocupações à assembléia legislativa local.
"Essa é um local importante para a caça no verão e no inverno porque é uma polynya, uma área de água cercada por gelo em que mamíferos marinhos são abundantes", explicou Paul Quassa, político local, à CBC. "No último verão não havia nenhum. Isso é muito suspeito."  O epicentro do som misterioso está a 120 km do vilarejo. Passageiros de um iate sem associação com a comunidade também ouviram o ruído relataram a experiência em uma rádio comunitária local. O situação é o adubo perfeito para incontáveis teorias da conspiração. Uma acusava a empresa de mineração Baffinland Iron Mines Corporation de fazer sondagens na região. A CBC entrou em contato com a empresa, que negou qualquer trabalho em andamento no local. As autoridades também não receberam nenhum pedido de autorização.  Alguns esquimós temiam que o Greenpeace estivesse usando sons agudos para afastar os animais, protegendo-os dos caçadores. A instituição nega, e afirma que não é contrária à caça de subsistência de comunidades tradicionais. As forças armadas já excluíram a possibilidade de um submarino, e abriram investigações. O local fica próximo de uma base estratégica, localizada em Hall Beach, 70 km ao sul de Igloolik.


Fonte: http://www.cbc.ca/

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Stephen Hawking alerta da necessária evacuação da Terra para evitar a extinção dos seres humanos

O famoso astrofísico Stephen Hawking está no noticiário outra vez, e continua com sua franqueza cada vez mais pessimista. Ele fala diretamente sobre a possibilidade de os seres humanos se tornarem extintos.

Hawking deu recentemente uma entrevista para o site Think Big. Ele afirmou que o ser humano pode ter menos de dois séculos para descobrir como escapar da Terra e de se reinstalar noutro local literalmente fora deste mundo. Se os seres humanos não fizerem esforços significativos para sair da terra, pode considerar-se em risco de extinção. Hawking afirma que o futuro da existência humana está localizado no espaço exterior.

Em sua entrevista, Hawking apresenta dois tipos de catástrofes que estão além do controle humano. No primeiro tipo de catástrofe Hawking fala sobre aquelas provocadas por nossas próprias decisões relativas à destruição ambiental ou diferentes tipos de guerra química. No segundo cenário, Hawking relata os imprevistos perigos cósmicos (talvez muito parecido com o cenário pintado no filme "Armageddon"?) E outros tipos de fatores celestes fora do controle do homem sobre a Terra. Hawking afirma em sua entrevista "Vai ser difícil evitar um desastre nos próximos cem anos, muito menos no seguinte e nossa única chance de sobrevivência em longo prazo não é ficar introspectivo no planeta Terra, mas espalhar-se para o espaço. "

Apesar da conotação negativa de suas mensagens, Hawking afirmou: "Mas eu sou um otimista. Se pudermos evitar o desastre para os próximos dois séculos, nossa espécie deverá estar segura para se espalhar pelo espaço".Há também a questão de explorar lugares viáveis onde os seres humanos podem viver.Nessa linha de pensamento,o grande problema imediato seria como chegar lá.A tecnologia ainda não evoluiu ao ponto de ter capacidade de viajar distâncias tão vastas. Sem mencionar que tem que localizar um local viável para vivermos ou realmente fixarmos em outro planeta.

Então haveria o dia da constituição de uma nova casa e poderíamos ressituar em novas condições ambientais. Quer queiram ou não isso irá ocorrer. A tecnologia ainda vai continuar progredindo, mas será que os seres humanos acabarão por tomar a decisão quanto ao local onde os recursos devem ser utilizados e que tipo de inovação será desenvolvida? O tempo é outro fator. No esquema das coisas, 200 anos não é muito tempo, porém olhe o quanto à sociedade evoluiu comparando-se com a Terra de duzentos anos atrás.

É viável para a tecnologia expandir além das imediações da Terra? Somente o tempo dirá. No entanto, mesmo que não possamos controlar os poderes cósmicos, podemos controlar o que fazemos aqui na Terra, eliminando, ou pelo menos reduzindo, um dos dois cenários sombrios de Hawking.


Fonte:http://bigthink.com/

segunda-feira, 7 de março de 2011

Cientista afirma ter encontrado sinais de vida extraterrestre em meteorito

Richard Hoover
O pesquisador Richard Hoover, coordenador de um grupo de astrobiologia da Nasa, anunciou ter encontrado fósseis de vida extraterrestre em fragmentos de meteoritos. A descoberta está relatada em um artigo publicado no periódico Journal of Cosmology, com acesso online livre. Segundo a revista, foram convidados 100 especialistas e 5.000 cientistas para revisar o artigo "por causa da natureza controversa da descoberta".

Candidato a alienígena: a imagem mostra o filamento encontrado por
Richard Hoover dentro do meteorito. Segundo a análise feita em
um microscópio eletrônico, presença de compostos orgânicos podem indicar
que se trata de uma bactéria fossilizada (Journal of cosmology)


O anúncio cria expectativa na comunidade científica porque Hoover é um bem reputado cientista da Nasa e trabalha há muitos anos analisando material contido em meteoritos. Ele estudou fragmentos de vários tipos de meteoritos condritos carbonáceos, que podem conter níveis importantes de água e material orgânico. Nos fragm
entos ele alega ter encontrado formas com aspecto de bactéria, que acredita terem se originado fora da Terra e não após a queda do meteorito no planeta.
A bactéria Titanospirillum velox, que pode
viver em ambientes hostis à vida

O principal argumento de Hoover é que os filamentos fossilizados possuem os mesmos compostos orgânicos, como carbono e enxofre, localizados nas mesmas posições de uma bactéria gigante terrestre, a Titanospirillum velox. Trata-se de uma bactéria extremófila, ou seja, que vive em ambientes bastante hostis à vida. Boa parte da pesquisa da Nasa sobre astrobiologia se baseia no estudo das formas de vida extremófilas, as principais candidatas a serem encontradas em outros planetas. "Estas bactérias fossilizadas não são contaminantes terrestres (bactérias terrestres que possam ter contaminado o meteorito). São restos fossilizados de organismos vivos que existiram em corpos celestes similares aos deste meteoro, como cometas e luas", afirmou Hoover. Confirmação - Estudos afirmando que os meteoritos podem conter micróbios extraterrestres não são novos e já despertaram grandes debates sobre como poderia existir vida no espaço e como e onde a vida poderia ter se originado no universo. Vários outros meteoritos encontrados pela Nasa continham traços do que poderia ser vida extraterrestre, mas nunca houve confirmação. Em dezembro do ano passado, a Nasa anunciou a descoberta de uma bactéria terrestre que se comporta como extraterrestre.



Fonte: http://veja.abril.com.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mega-tempestade geomagnética se aproxima, será este o fim da Internet?

Uma gigantesca tempestade solar que começou com um pico solar a onze anos, conhecido como o máximo solar, se aproxima. Os cientistas temem que o resultado possa ser uma repetição da tempestade de radiação maciça que fisicamente influenciaram os cabos de telégrafo no século XIX. Poderia isso significar o fim da Internet no futuro próximo?
Por enquanto, a atividade é reduzida a crescentes erupções solares, que começaram a construir, a primeira etapa de uma nova onda de tempestades solares, que funcionam em ciclos de onze anos, o último pico sendo registrado no ano de 2000.Não é boato, mas um fato, que as radiações solares podem afetar as comunicações de ondas curtas, interrompendo as transmissões via satélite, celular, GPS, TV e recepção de rádio e mesmo o fluxo de eletricidade ao longo das linhas de energia. O surto de 2003 foi enorme, foi a maior registrado desde outubro de 1989.
Houve grande preocupação no momento para a tripulação da Estação Espacial Internacional, que passou pela pior parte da tempestade de radiação e o centro de controle ordenou-lhes que dormissem em um compartimento longe de seus quartos de dormir normal.A revista New Scientist, em seguida, citou os maiores especialistas que afirmaram que essa foi a maior tempestade solar em décadas e confirmou que a turbulência da gigantesca explosão na superfície solar pode interromper comunicações, uma vez que foi arremessado para o espaço a partir da camada mais externa da atmosfera solar, chamado corona.
Agora, cientistas confirmam que o Sol começou de novo emitir chamas gigantescas, com o máximo solar começando em 2011/2012. Partículas viajando a mais de um milhão de milhas por hora irão bater na magnetosfera da Terra.
Mas o que está acontecendo hoje é apenas o começo de um novo ciclo de atividade solar, que tem picos a cada 11 anos. Já em 2006, os cientistas previam que a nova onda de atividade solar, atingiria os sistemas de comunicação que dependem de GPS e de navegação por satélite em 2011 devido à atividade solar violenta. Um estudo revela que receptores de Sistema de Posicionamento Global são inesperadamente vulneráveis a explosões na atmosfera do Sol. O pico é esperado de 2011 a 2012 e os cientistas confirmaram que poderia perturbar amplamente os sistemas de aviação e de emergência, desde que os sinais de GPS sejam utilizados pelas aeronaves e pelos sistemas de controle de tráfego aéreo.


Fonte: http://english.pravda.ru


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Preparem-se, uma nova era do gelo está começando.

O pólo magnético da Terra está mudando, inexplicavelmente criando forças impensáveis, gerando tempestades monstros que vimos no início de 2011. Há evidências de que um ciclo de super tempestades já começou, a última sendo a tempestade de gelo gigante na América do Norte. É este o início de uma nova Idade do Gelo?
Novas provas assustadoras começam a surgir sobre a oscilação da Terra, seu efeito sobre o clima e o início de uma nova idade do gelo, anunciada por uma série de tempestades monstruosas como as desencadeadas no Reino Unido no final de 2010, nos EUA antes do Natal e agora de novo no início de fevereiro no leste da Austrália. Primeiro com a sua pior enchente e, em seguida, com um furacão de categoria 5.
Furacão na Austalia
A mais recente tempestade a atingir os EUA afetou 150 milhões de pessoas e se estendeu por 2.000 milhas de território, de acordo com uma pesquisa apresentada no artigo "Magnetic polar shifts causing massive global superstorms”. Na Austrália, chuvas sem precedentes fizeram com que tubarões nadassem ao longo das ruas das cidades e caiu tanta água, que as autoridades chocadas admitem que parte da água não vá se dissipar e à região possivelmente contará com um pequeno mar.
Enchente na Australia
Além disso, ventos de quase 200 mph - 22 por cento mais rápido que um furacão da categoria 5 ocorreram na região. Com isso, cientistas acreditam ser uma antecipação de futuras super tempestades.O pesquisador do clima Terrence Aym que vem acompanhamento à mudança do campo magnético,está prevendo super-tempestades no futuro, com ventos de até 300 a 400 mph.

O que está acontecendo?

Segundo a pesquisa de Terrence Ayn, uma mudança no campo magnético do Sol está reagindo com a Terra, tendo um efeito não apenas sobre a magnetosfera da Terra, mas também a sua oscilação, a dinâmica do seu núcleo, as correntes do oceano e o clima. O resultado é que o núcleo magnético da Terra está se deslocando a 40 milhas a leste anualmente na última década, ao contrário da média de 5 quilômetros. Pior, ele está se acelerando.
Terrence Aym revela que relatórios da NASA indicam que o campo magnético da Terra agora mostra rachaduras que afetam a ionosfera e os padrões de vento na troposfera, o trabalho também cita a Agência Federal NOAA, que emitiu um relatório provocando uma onda de pânico quando previu que super tempestades no futuro podem acabar com a maioria do território da Califórnia.
Tempestades solares
Ainda mais preocupante é a citação do The Economist, em um artigo detalhado sobre o campo magnético: "Não há, entretanto, um crescente corpo de evidências de que o campo magnético da Terra está prestes a desaparecer, pelo menos por um tempo. O histórico geológico mostra que ele vira de vez em quando, com o pólo sul tornando-se o norte, e vice-versa. Em média, tais mudanças ocorrem a cada 500.000 anos, mas não há um padrão discernível. A inversão poderá acontecer nos próximos 50 mil anos, embora o último foi a 780 mil anos atrás. Mas, como foi discutido no Greenland Space Science Symposium, realizado em Kangerlussuaq esta semana, os sinais são de que outra era está chegando. Não só isso ... todos os sinais estão indicando o começo de uma nova Idade do Gelo.


Fonte: http://www.helium.com

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Mortes em massa de animais pode ser devido a mudança do pólo magnético

A miríade de razões apontadas para as mortes em massa de várias espécies de animais em todo o mundo é quase tão desconcertante quanto os próprios eventos, dando credibilidade à idéia de que algo muito estranho está acontecendo. A lista de incidentes aumenta a cada dia e atinge proporções assustadoras. Temos de encontrar uma resposta, e logo. A lista de acontecimentos apocalípticos do fim de 2010 ao início de 2011, é absolutamente incrível:
-450 aves caíram do céu em Baton Rouge, Lousiana (melros red-winged, cowbirds, grackles e estorninhos). Por que eles estavam reunindo-se e acabaram morrendo?
-3.000 melros red-winged em Beebe, Askansas encontrados mortos. Por que eles estavam voando a noite, quando eles não são aves noturnas? Por que eles estavam reunindo-se como se estivem em uma migração, quando eles não fazem isso?
-Milhares de peixes mortos ao longo de um trecho do rio Arkansas de cerca de vinte milhas de comprimento, a explicação inicial aponta que foi envenenamento, mas certamente se fosse teria sido verificado, por agora, ainda não há informação disponível;

-Dois milhões de pequenos peixes mortos na baía de Chesapeake, Maryland, a razão que se deu foi o frio;
-Milhares de peixes mortos em um rio na Flórida. Não pode ter sido o frio, as águas estavam a uma temperatura agradável para os peixes;
-Dezenas de marrecos, (cerca de 200), encontrados mortos em uma estrada do Texas na Big Cypress Creek;
-Mas as mortes não foram apenas nos Estados Unidos da América. Em Stockport, Manchester, Inglaterra, centenas de peixes apareceram mortos em um lago; em vários lugares, no noroeste da Inglaterra têm relatos de mortes de peixes em massa, no sul da Inglaterra, no condado de Kent, 40 mil caranguejos apareceram mortos à beira-mar em Thanet. As razões dadas em todos esses casos foram o frio, mas é sempre frio no inverno e isso nunca aconteceu;

-Na Itália, 8.000 pombas caíram do céu em Faenza. Motivo: envenenamento, ou indigestão causada pela ganância das aves. Mas os pássaros simplesmente não comeram até cair;
-Centenas de peixe pargo foram encontrados mortos na praia de Coromandel, na Nova Zelândia; -Na Suécia, 50 gralhas caíram do céu no Ano Novo;
-No Brasil, baleis (com cerca de 100 toneladas) foram descobertas entre Paranaguá, Antonina,Guaraqueçaba e no Paraná. Agora, certamente isso não pode ter sido devido à água fria, o Brasil está em meados do verão.
O argumento de temperatura não pode ser considerado, caso contrário, seria válido para todas as áreas afetadas. Como pode uma massa de ar matar devido à mudança de temperatura quando há baixas temperaturas a cada inverno e, quando há mortes em áreas mais quentes também?
Uma teoria que está sendo postulado provisoriamente no momento é o deslocamento do Pólo Norte Magnético para o leste da Rússia. No entanto, isso não leva em conta o fato de que o pólo magnético está em constante mutação em loops de cerca de 50 quilômetros de largura a cada dia, embora o movimento pareça estar se acelerando e tem sido assim há vários anos. Seria essa a explicação? Certamente é melhor do que dizer que as aves morreram envenenadas ou por indigestão...




Fonte: http://english.pravda.ru

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cientistas russos prevêem destruição da terra por colisão com asteróide Apophis em 2036

13 abril de 2036 é a data do impacto do asteróide Apophis (Apophis é o nome grego do deus egípcio Apep,) que vai destruir a Terra com a força de 50 milhões de bombas de Hiroshima, de acordo com pesquisas baseadas em previsões de cientistas russos. Esta não é apenas mais uma história de terror: muitos cientistas concordam que uma grande conferência internacional deverá ser chamada.
O professor russo Leonid Sokolov, da St. Petersburg State University, afirmou em uma entrevista na TV recentemente, que "é provável que uma colisão do asteróide Apophis com a Terra pode ocorrer em 13 abril de 2036”. Isso não é um fato assustar e vazio. Mais e mais cientistas reconhecem que o perigo é real, tantos que uma grande conferência internacional foi convocada. Anatoly Perminov, chefe da Agência Espacial Federal Russa “Roscosmos” declarou em um comunicado. "As autoridades espaciais russas e os membros da Comissão Europeia se reunirão no início de julho de 2011 para discutir a união de forças contra os milhares de asteróides potencialmente perigosos".
Até 2004, o Apophis não tinha sido visto, no entanto, nos últimos sete anos tem sido reconhecido como a ameaça mais grave para o nosso planeta, e para citar Terrence Aym, "a ameaça mais iminente para a raça humana".A trajetória do Apophis criou uma divisão na comunidade científica internacional: os russos e os europeus estão cada vez mais preocupados, enquanto os astrônomos da NASA minimizam as chances de uma colisão. Seja qual for o caso, qual é o plano em caso de um impacto catastrófico? Uma repetição do impacto do asteróide Yucatan,que a 65 milhões de anos eliminou a maioria das espécies de maior porte na Terra?
A Rússia e a União Européia irão lançar um projeto conjunto sobre asteróides em uma reunião a ser realizada em 7 de julho de 2011, a Comissão Européia, os cientistas e engenheiros da Agência Espacial Federal Russa, a Academia de Ciências da Rússia e representantes de outras instituições científicas e civil irão participar do projeto.
A Agência Espacial Russa Roscosmos,calculou que tal impacto não só causaria a mudança climática maciça, mas pior, com um impacto equivalente a um milhão de megatons de TNT (50 milhões de bombas de Hiroshima), aniquilaria a civilização moderna.Uma cratera com um diâmetro de mil quilômetros seria criada e a poeira lançada na atmosfera iria apagar o Sol, criando um inverno de tipo nuclear com duração de até dezenas de milhares de anos."Nos últimos anos, a atenção de cientistas, técnicos, políticos e militares tornou-se cada vez mais centrada sobre o risco de asteróides e cometas, ou seja, a ameaça de colisão da Terra com corpos do espaço ", declarou Perminov. "Esta ameaça, levou a um aumento dramático no número de objetos sendo detectados, e as novas informações permitiram ganhar uma nova visão sobre o problema.” completou Perminov.



Fonte: http://english.pravda.ru

sábado, 27 de março de 2010

Mistérios da natureza:As pedras que andam no Vale da Morte

É um grande mistério que uma pedra que pesa mais ou menos como um homem pode se mover por conta própria. Isto se tornou um quebra-cabeça difícil de ser solucionado na última década. As pedras do Vale da Morte deslizam sobre o vale em um local onde nenhuma pessoa vive, este vale esta cheio de terra lamacenta seca com rachaduras durante o verão e gelo durante o inverno.

As misteriosas pedras do Vale da Morte deixam um rastro para trás. Alguns geólogos concluíram que as misteriosas pedras se movimentam através do solo suave quando a lama está molhada e como as pedras têm gotas de gelo sobre elas com a ajuda do vento elas deslizam. Isto, no entanto não é inteiramente verdade porque as pedras se movimentam durante o verão quando a temperatura está muito alta e até secam as pedras. As pedras não só deslizam no chão liso, mas cavam e deixam um rasto superficial na sua esteira.

À medida que o ano avança, cada pedra tem o seu próprio caminho.Algumas pedras fazem formas lineares outras fazem voltas ovais, enquanto outros criam uma forma ondulada em suas trilhas. Ninguém jamais viu elas caminharam e ninguém sabe a velocidade com que se movem. As pedras do Vale da Morte enquanto estão deslizando pelo vale nivelado deixam pistas diferentes por trás delas. Algumas pedras movem-se mais do que outros ao longo de dois a cinco anos.