
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Estádios deverão adotar selo de sustentabilidade ambiental

domingo, 9 de agosto de 2009
Conheça alguns inimigos do ar escondidos em sua casa
O perigo pode se esconder aonde você menos imagina.Mas nem pense em correr para aqueles dedetizadores tradicionais. Eles são ainda mais maléficos e podem poluir a água, o ecossistema, além é claro, do ar que respiramos. No lugar deles, cuide para que não haja sobras de comida espalhadas pela casa (que certamente atrairiam o inseto), verifique sempre nos pequenos buracos, como em armários e gavetas, e invista em repelentes naturais.
sábado, 8 de agosto de 2009
Especialistas lançam livro sobre a química “verde” derivada do açúcar
O livro foi organizado pelo professor Cristobal Ruiz, da Universidade de Málaga, na Espanha, e traz artigos de pesquisadores da Itália, Suécia, Holanda, Japão, Alemanha, França, Estados Unidos, Irlanda e Brasil. Omar El Seoud, professor titular do Instituto de Química (IQ) da Universidade de São Paulo (USP) e sua orientanda de doutorado Paula Galgano foram os responsáveis pelo capítulo Tensoativos iônicos à base de açúcares: síntese, propriedades de solução e aplicações.
Tensoativos da maioria dos detergentes domésticos são à base de petróleo/Foto: Atelier Vanessa Maurer
“Escrevemos sobre a síntese, as propriedades e as aplicações de tensoativos iônicos – isto é, os que têm carga – à base de açúcares. Trata-se de um tema importante para o Brasil, porque nossa situação é muito privilegiada para a produção em larga escala, já que temos grande disponibilidade de açúcares, como sacarose, glicose e frutose, assim como de ácidos graxos, permitindo ampla gama de aplicações”, explicou El Seoud à Agência da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Aplicação
Os tensoativos à base de glicose já são empregados em algumas fórmulas de limpeza doméstica no Brasil.“Na maior parte dos detergentes de uso doméstico hoje existentes no mercado, eles [tensoativos] são baseados no petróleo”, comparou o pesquisador. Já os surfactantes à base de sacarose e sorbitol (ou glicose reduzida) são amplamente utilizados nas indústrias de alimentos, cosmética e farmacêutica, especialmente como solubilizantes e emulsificantes. El Seoud contou que essas substâncias têm custo competitivo, são produzidas com matérias-primas renováveis e biodegradáveis.
“Eles seguem os princípios da “química verde”, já que não há resíduos: tudo o que entra no processo de fabricação sai no produto. Isso é importante porque a principal fonte de tensoativos hoje é o petróleo e há urgência em buscar fontes alternativas para matéria-prima desses produtos”, ressaltou o pesquisador.
Fonte: http://blog.eco4planet.com
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Os doze princípios da Química Verde

É mais barato evitar a formação de resíduos tóxicos do que tratá-los depois que eles são produzidos;
2.Eficiência Atômica.
As metodologias sintéticas devem ser desenvolvidas de modo a incorporar o maior número possível de átomos dos reagentes no produto final;
3.Síntese Segura.
Deve-se desenvolver metodologias sintéticas que utilizam e geram substâncias com pouca ou nenhuma toxicidade à saúde humana e ao ambiente;
4.Desenvolvimento de Produtos Seguros.
Deve-se buscar o desenvolvimento de produtos que após realizarem a função desejada, não causem danos ao ambiente;
5. Uso de Solventes e Auxiliares Seguros.
A utilização de substâncias auxiliares como solventes, agentes de purificação e secantes precisa se evitada ao máximo; quando inevitável a sua utilização, estas substâncias devem ser inócuas ou facilmente reutilizadas;
6.Busca pela Eficiência de Energia.
Os impactos ambientais e econômicos causados pela geração da energia utilizada em um processo químico precisam ser considerados. É necessário o desenvolvimento de processos que ocorram à temperatura e pressão ambientes;
7. Uso de Fontes de Matéria-Prima Renováveis.
O uso de biomassa como matéria-prima deve ser priorizado no desenvolvimento de novas tecnologias e processos;
8.Evitar a Formação de Derivados.
Processos que envolvem intermediários com grupos bloqueadores, proteção/desproteção, ou qualquer modificação temporária da molécula por processos físicos e/ou químicos devem ser evitados;
9. Catálise.
O uso de catalisadores (tão seletivos quanto possível) deve ser escolhido em substituição aos reagentes estequiométricos;
10.Produtos Degradáveis.
Os produtos químicos precisam ser projetados para a biocompatibilidade. Após sua utilização não deve permanecer no ambiente, degradando-se em produtos inócuos;
11.Análise em Tempo Real para a Prevenção da Poluição.
O monitoramento e controle em tempo real, dentro do processo, deverá ser viabilizado. A possibilidade de formação de substâncias tóxicas deverá ser detectada antes de sua geração;
12. Química Intrinsecamente Segura para a Prevenção de Acidentes.
A escolha das substâncias, bem como sua utilização em um processo químico, devem procurar a minimização do risco de acidentes, como vazamentos, incêndios e explosões.
