As abelhas são os únicos animais, além dos humanos, que são conhecidos por compartilhar uma comunicação simbólica complexa. Até o momento, muitas pesquisas científicas foram realizadas em colônias de abelhas produtoras de mel, incluindo as variedades de abelhas sem ferrão, a fim de compreender melhor os seus padrões de comunicação.No entanto, exatamente como as abelhas se comunicam entre si que as tornam uma criatura tão interessante de observar?1. Movimento e Dança
Em geral, as abelhas têm inúmeras maneiras de se comunicar com outros membros da colméia. Uma das formas mais freqüentes de comunicação entre as abelhas é a da movimentação ou dança. A dança é uma forma simbólica de comunicação que é normalmente observada em abelhas operárias e lhes permite comunicar as outras trabalhadoras, os locais mais próximos onde os alimentos podem ser encontrados. Esta comunicação é chamada de “dança waggle", e acredita-se que as abelhas batedoras informam pela dança o local onde encontraram alimentos para as outras abelhas operárias quando elas voltam para a colméia.

A dança é composta de muitas técnicas sutis de comunicação simbólica, incluindo o bater de asa que se acredita ser para informar as outras abelhas a distância exata da fonte de alimento. O alinhamento do corpo da abelha também serve para informar as outras abelhas a direção que terá de viajar para encontrar o local de alimentação.
Uma abelha, que localiza um local de alimentação que é bem próximo à colméia, em torno de uma distância de cinqüenta metros ou menos, normalmente apresenta uma dança em que os movimentos são mais limitados e arredondados, conhecido como a "dança round ". No entanto, uma abelha que descobriu um local de alimentação que está mais longe da colméia, até cento e cinqüenta metros, irá mostrar os movimentos que são mais abertos e em forma crescente, conhecida como a "dança da foice”.2. Os odores e os feromônios
Outra forma de as abelhas se comunicarem umas com as outros é através do odor e dos feromônios. Os feromônios desempenham um importante papel no comportamento reprodutivo da abelha e a abelha rainha emite feromônios para deixar os zangões sabendo que ela está pronta para acasalar e para tranqüilizar a colônia de sua segurança. A rainha também usa os feromônios para dissuadir as abelhas fêmeas de acasalamento.
Os odores do feromônio também fazem parte da comunicação das abelhas na defensiva, e pensasse que os feromônios são emitidos quando uma abelha pica um animal que acredita ser uma ameaça. Então, outras abelhas são alertadas para o perigo da colméia, e podem resultar em que o atacante seja picado várias vezes. Ao se comunicarem através da dança, as abelhas também irão recolher os odores das flores que dão as abelhas operárias mais informações sobre a localização da fonte de alimento.3. Partilha dos alimentos
Para as abelhas, a partilha de alimentos é outro importante método de comunicação, particularmente quando combinada com outras formas de comunicação tais como a dança. Quando uma batedora retorna à colméia de abelhas para comunicar o paradeiro dos alimentos, elas também podem trazer uma amostra da fonte de alimento e compartilhar isso com as outras abelhas operárias para comunicar a qualidade do alimento que é oferecido a elas. Isso fornece incentivo adicional para as operárias de viajar longas distâncias e trazê-lo de volta para a colméia.Fonte: http://insects.about.com

Outro fator que afeta a atividade mental humana é a pressão atmosférica. Pesquisadores na Ucrânia descobriram que pequenas flutuações de freqüência da pressão atmosférica podem influenciar a atividade mental humana, podendo causar alterações significativas na atenção e memória de curto prazo. Isso poderia ser razão pelo qual as pessoas acham difícil se concentrar no trabalho ou lembrar das coisas.
Uma série de estudos também tem encontrado relações entre as crises de enxaqueca e as rápidas mudanças na pressão atmosférica. Um estudo conduzido por Cull em 1981, encontrou poucas ocorrências de ataques de enxaqueca quando a pressão atmosférica era baixa. A radiação solar provoca crises de enxaqueca, e a pressão baixa está associada a uma diminuição da luz do sol. No entanto, um estudo canadense realizado em 1981 descobriu que as enxaquecas eram mais prováveis de ocorrer em dias com a queda de pressão, aumento de umidade, ventos fortes, e as flutuações bruscas de temperatura. Um estudo realizado por Rosen em 1979, também relaciona as mudanças na pressão atmosférica ao bem-estar humano. Ele observa que as flutuações rápidas de pressão podem penetrar nos edifícios e a energia das ondas se propaga desde a sua origem como ondas em um lago, e que os seres humanos são sensíveis a essas mudanças.

A pesquisa conduzida por Wolfe em 1981 constata que os raios do sol causam mudanças químicas em neurotransmissores ou síntese de hormônios no cérebro, talvez, estimulando a produção do hormônio epinefrina, que estimula a mente e o corpo. Por outro lado, intensidades de luz muito baixos são muitas vezes associadas a estados de relaxamento, cansaço e sonolência.
Ventos sazonais, como o Fohn nos Alpes, Mistral no sul da França, Chinooks no oeste do Canadá e dos EUA e o Sharav no Oriente Médio são conhecidas como "ventos do mal", porque as pessoas tendem a sofrer de sentimentos de ansiedade, estresse , depressão e passam noites sem dormir quando sopram os tais ventos. Estudos têm relacionado estes ventos a um aumento nos acidentes de trânsito, a criminalidade e as taxas de suicídio. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Allensbach da Alemanha descobriu que um terço de seus entrevistados disseram que o Fohn afetou sua saúde. 











