terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O menor mamífero do mundo

Entre as cerca de 1000 espécies de morcegos conhecidas no mundo, há uma que, quando adulta, pesa entre 1,5 e 2 gramas (o peso aproximado de uma moeda de 1 centavo de real). A cabeça e o corpo desse bicho medem em torno de 3 centímetros. É o menor mamífero do mundo, o Craseonycteris thonglongyai. É conhecido popularmente como morcego-nariz-de-porco, por causa do focinho que lembra um suíno. Suas asas são proporcionalmente largas: abertas, o morcego mede 7,5 centímetros. Encontrado na Tailândia, o morcego-nariz-de-porco, também chamado de kitti, foi descoberto nas cavernas do vale do Rio Kwaim, em 1974. Tem vida relativamente longa, em torno de 15 anos, e vive em grupos de até 20 indivíduos. Está ameaçado de extinção.


Fonte: http://super.abril.com.br/

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Qual é o menor pássaro do mundo?

É o beija-flor-abelha, que, em média, mede apenas 5 centímetros de comprimento e pesa ínfimos 2 gramas. A ave, menor do que seu dedo indicador, tem outra curiosidade: em comparação com outras aves, é a que fica, proporcionalmente, o maior tempo da vida voando. O pequeno pássaro vive principalmente na ilha de Cuba, no Caribe, e seu habitat preferido são florestas, jardins, pântanos e vales. O bichinho se alimenta de insetos, pequenas aranhas e do néctar das flores. Além de compacto, o beija-flor- abelha (Mellisuga helenae) é um pássaro muito ágil e veloz. Para escapar de seus inimigos, como os falcões, as águias e algumas espécies de sapos, ele é capaz de fazer manobras acrobáticas e arriscadas no ar, como realizar bruscas paradas e voar para trás. Isso só é possível porque os beija-flores, também conhecidos como colibris, são dotados de músculos especialmente adaptados para o vôo e asas capazes de bater na estonteante velocidade de 80 vezes por segundo.

Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/ 

domingo, 18 de janeiro de 2015

O terrificante e sinistro Hypsugo dolichodon


Pesquisadores descobriram uma nova espécie de morcego nas florestas tropicais do Vietnã e Laos, chamado de Hypsugo dolichodon. Traduzido, esse nome significa “morcego-anão de dentes longos”, o que, a julgar pela foto acima, parece um apelido apropriado.O morcego foi na verdade descoberto em 1997 por Charles M. Francis e Antonio Guillén. Porém, como é muito semelhante a um morcego ao qual é intimamente relacionado, o morcego-anão chinês (Hypsugo pulveratus), levou 17 anos para os cientistas provarem que ele era, de fato, de uma espécie distinta.O que o diferencia? Suas presas. Elas são maiores e mais longas. Esses caninos assustadores fazem o morcego parecer um devorador de sangue vampiresco, mas, enquanto as presas de fato servem para os animais apanharem comida, sua alimentação é composta de insetos, como besouros com exoesqueleto duro.
Esses dentes maiores podem ser o resultado da evolução. Ela pode ter permitido essa adaptação para que a espécie fosse atrás de vítimas diferentes de seus outros colegas, garantindo assim oferta de comida suficiente e por consequência sua sobrevivência.Ainda, pode ter permitido que esses morcegos vivessem em habitats diferentes dos seus parentes próximos, essencialmente esculpindo o seu próprio nicho ecológico.Embora o Hypsugo dolichodon possa ser encontrado em dois países, incluindo a Área de Biodiversidade Nacional Dong Amphan em Laos e o Parque Nacional Cat Tien no Vietnã, poderia estar em perigo de extinção.
Uma das áreas onde o espécime foi encontrado está sendo destruída pela construção de uma barragem no rio Xe Kaman, em Laos. A barragem assola completamente a vegetação em torno da água, o que ameaça a nova espécie. Além de parar o desmatamento das paisagens tropicais, os cientistas acham que é preciso preservar as cavernas locais, uma vez que o animal pode ser um morador desses abrigos.


Fonte: http://io9.com/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Rana aurora draytonii, a Rã da coxa vermelha da Califórnia

A Rã da coxa vermelha da Califórnia foi, até as últimas décadas, abundante em grande parte do estado da Califórnia. É a maior rã nativa do oeste dos Estados Unidos, chegando de 2 a 5 polegadas (5 a 13 centímetros) de comprimento. A pele da rã é áspera e grossa e da cor marrom-avermelhada ou cinza. Ela tem manchas escuras com centros de luz em sua parte traseira. Sua parte superior do abdómen é amarela, e seu abdômen inferior e patas traseiras são vermelhos. A Rã da coxa vermelha da Califórnia come invertebrados e pequenos mamíferos, e outros anfíbios, ratos e insetos são itens de alimentos comuns. 
As rãs são noturnas (ativa à noite),e quando mais jovens são ativas tanto de dia como de noite. Entre os inimigos naturais destas rãs estão às aves pernaltas, cobras e guaxinins. Quando presentem um inimigo por perto, elas fogem para a água e se escondem em suas profundezas. A Rã da coxa vermelha da Califórnia acasala no final de dezembro e início de abril. O acasalamento é através de fecundação externa. A fêmea põe seus ovos em uma massa que variam de 2.000 a 5.000 ovos. Os ovos, que são marrons escuros e possuem cerca de 0,07-0,1 polegadas (2,0 a 2,8 milímetros) de largura, estão ligados a vegetação ,como taboas ou juncos, perto da superfície. 
A grande corrida do ouro na década de 1850 trouxe milhares de mineiros ao Vale Central da Califórnia. Os mineiros rasgaram os córregos das montanhas em sua busca por ouro, destruindo grandes porções do habitat das rãs. Mais tarde, no século seguinte, elas se tornaram um item de alimento muito popular em San Francisco e no Vale Central. Estima-se que 80.000 rãs foram mortas por ano neste período para serem servidas como alimento. Até o início dos anos 1900, eles tinha-se tornado cada vez mais difíceis de encontrar. Para satisfazer a demanda por pernas de rã, rã-touros foram levadas para Califórnia no final do século, e rapidamente se tornaram predadores da Rã da coxa vermelha da Califórnia reduzindo seriamente a população. Esta rã foi listada como uma espécie ameaçada nos EUA pelo Fish and Wildlife Service (USFWS) em 1996. Em março 2000, o USFWS designou 4.100.000 acres como habitat crítico para a Rã da coxa vermelha da Califórnia. O habitat crítico é uma área considerada necessária para a conservação das espécies.

Fonte:Endangered Species Volume 3 Amphibians, Fish, Plants, and Reptiles, 2nd edtion-Cengage Gale (2003)- Sonia Benson, Julie Carnagie, Rob Endangered Species Nagel-