quinta-feira, 7 de junho de 2012

As incríveis águas-vivas

O Instituto de Pesquisas Aquário Monterey Bay publicou um vídeo sobre as diversas espécies de água-viva. A narração é do especialista Steve Haddock que traz mais informações sobre as medusas. 

 Confira o vídeo aqui


 Fonte: http://blogs.discovermagazine.com

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A impressionante e misteriosa explosão de Tunguska

Tudo aconteceu há 103 anos. O amanhecer daquele dia de verão nas margens do rio Podkamennaya Tunguska, na Sibéria, parecia igual a qualquer outro. Os primeiros raios de Sol aqueciam brandamente a floresta boreal, com seus pinheiros silvestres e charcos úmidos, quando o céu explodiu e a terra sentiu sua fúria.Por volta das 7:15 da manhã daquele 30 de junho de 1908 uma onda de choque quase mil vezes mais forte que a bomba de Hiroshima devastou 80 milhões de árvores em mais de 2.000 km² de floresta. Renas, ursos, lobos, raposas e milhares de outros animais tombaram junto com a vegetação, que até hoje não se recompôs inteiramente.
Uma foto recente (em cores) ainda mostra vestígios notáveis da devastação. Em preto e branco imagens obtidas durante as expedições da década de 1920, mais de 20 anos depois da explosão de Tunguska.
A explosão de Tunguska foi o maior impacto que a Terra sofreu em toda a história do homem civilizado. Eventos parecidos, mesmo em épocas mais remotas, permaneceram desconhecidos até o advento dos satélites artificiais. Ainda que o epicentro estivesse despovoado, pessoas em centenas de lugares da Ásia e Europa testemunharam o ocorrido. Os relatos eram extraordinários. Fortes ondas de calor, ventanias intensas, estrondos pavorosos e tremores de terra foram reportados. Muitos viram uma bola de fogo e sua cauda esfumaçada se precipitando no horizonte.O céu noturno ficou incandescente por semanas, tal a quantidade de poeira jogada na estratosfera com a explosão. Em Londres, a mais de 10.000 km, era possível ler um jornal à noite, somente com essa luz. Do outro lado do oceano, o observatório norte-americano Smithsonian registrou uma diminuição na transparência atmosférica que durou meses.

O que aconteceu? 

É claro que houve muita curiosidade tanto de leigos quanto cientistas. Mas a primeira expedição a examinar a região partiu com mais de uma década de atraso, em 1921. Na ocasião, o geólogo soviético Leonid Kulik não conseguiu alcançar o local exato, e deduziu que o evento foi devido a queda de um grande meteorito. Essa hipótese acabou persuadindo o governo soviético a financiar outra expedição em 1927, atraído pela possibilidade de encontrar um meteorito ferroso, de valor comercial. Mas nenhuma cratera foi encontrada; muito menos um meteorito. Outras expedições confirmaram essa ausência.Calculou-se que a magnitude da explosão ficou entre 10 e 15 milhões de toneladas dinamite. 
Mas o objeto que a causou não tocou o solo, espatifando-se em pleno ar, a cerca de 8 km de altura. Até hoje o evento semelhante mais intenso aconteceu em 1930 sobre o rio Coruça, no Amazonas, tendo atingido no máximo a energia de um milhão de toneladas de dinamite. Afastada a suposição de um meteorito, mas levando em conta os relatos da bola de fogo, surgiu uma hipótese ainda mais espetacular – e mais provável: em 1908, um pedaço de cometa se chocou com a Terra. 

CONCEPÇÕES ALTERNATIVAS 

 NAVE ALIENÍGENA 

Em 1946, o engenheiro e escritor de ficção científica Alexander P. Kazantsev propôs que a explosão de Tunguska teria sido causada por uma nave alienígena com propulsão nuclear. Em pouco tempo sua idéia se tornou tão popular que passou de ficção à teoria, ganhando adeptos até hoje – mesmo que jamais tenham sido encontrados vestígios materiais ou radioatividade no local. 

 ANTIMATÉRIA 

E se um pedaço de antimatéria vindo do espaço fosse a causa do evento? Matéria e antimatéria se aniquilam mutuamente, com grande liberação de energia. No entanto, essa hipótese não leva em consideração os detritos minerais encontrados no local. Além disso, não há evidências de pedaços de antimatéria vagando em nossa vizinhança. Se existissem, produziriam constantemente raios gama; mas as emissões detectadas provêm de outras fontes. 

 MINI BURACO NEGRO 

Em 1973, os físicos Albert A. Jackson e Michael P. Ryan propuseram que a explosão em Tunguska teria sido provocada pela passagem de um pequeno buraco negro pela Terra. A hipótese falha porque não existe um evento similar de “saída”, como seria esperado, nem foi detectado nenhum tipo de distúrbio no manto terrestre. 

BOMBA-H NATURAL 

E se um cometa com uma concentração anômala de deutério (água “pesada”) desencadeasse uma explosão nuclear ao penetrar em nossa atmosfera? O problema é que isso é inconsistente com o nosso conhecimento sobre os cometas, além de não prover as condições de pressão e temperatura necessárias para uma ignição nuclear.
Há 100 anos a população mundial ainda beirava 1½ bilhão de habitantes. Hoje somos 7 bilhões, ocupando muito mais espaço, principalmente nas áreas costeiras. O potencial destrutivo de um novo Tunguska é incalculavelmente maior. Pior ainda se ocorrer sobre o mar. E a pergunta não é se vai acontecer de novo, mas quando.


Fonte:http://www.zenite.nu/

terça-feira, 5 de junho de 2012

Provavelmente você nunca viu um vídeo deste gigante do mar aberto

Os Pyrosomes e as salpas são animais de mar aberto que raramente se aproximam da costa,todos vivem em colônias, embora muitas salpas também possam ser solitárias.Os Pyrosomes são colônias de minúsculos animais que formam tubos ocos fechados em uma das extremidades - a espécie na primeira parte do vídeo é o gigante pyrosome Pyrostremma spinosum - que pode chegar a 30m de comprimento! As Salpas são indivíduos muito maiores do que os pyrosomes,e os indivíduos bombeiam água através de si. As colônias são formadas por cadeias de indivíduos. As salpas podem formar densidades muito altas em boas condições, e são uma importante fonte de alimento para os peixes oceânicos. Estes animais foram filmados ao largo da Península de Tasman, na Tasmânia, Austrália - uma das poucas áreas no mundo onde uma grande variedade de plâncton gelatinoso oceânico, incluindo ctenóforos e medusas, se aproxima da costa, e são facilmente vistos durante o mergulho. 

Clique aqui para ver o vídeo:


 Fonte: Filmado por Michael Baron.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

5 misteriosas criaturas do Mar Branco

Segundo o biólogo marinho e fotógrafo Alexander Semenov, a maior parte das pessoas não acredita que animais bonitos e coloridos possam viver nas gélidas águas do norte. E, com sua pesquisa submarina e suas fotos, ele se dedica a provar o contrário. Os cliques abaixo foram feitos para a Universidade de Moscou e retratam estranhas e belíssimas criaturas do Mar Branco. 

1- Aurelia aurita:
Conhecida como "medusa da Lua", a Aurelia aurita tem essa aparência exótica, mas é comum em todos os mares do planeta. 

2- Clione Limacina: 
O molusco Clione Limacina também é conhecido como borboleta-do-mar ou anjo-do-mar, graças a seus membros que lembram asas e que os ajudam a nadar. 

3-Coryphella verrucosa:
O molusco conhecido como Coryphella verrucosa vive em águas do leste da Europa e em alguns lugares do Atlântico, perto das Américas. 

4- Cyanea capillata:
Não, não é uma flor - é uma água-viva da espécie Cyanea capillata, capturada em pleno movimento. 

5- Limacina helicina: 
A Limacina helicina é uma espécie de caracol marinho também conhecida como borboleta-do-mar - basta olhar para a estrela dessa foto para saber o motivo . 


 Fonte: http://revistagalileu.globo.com