quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Peixe lua,um estranho nos mares

Mola mola é um peixe estranho de tamanho extraordinário que pode ser encontrado nos mares temperados e quentes do Atlântico e Pacífico. Mola mola é seu nome científico, no entanto ele é mais conhecido popularmente como Peixe lua.
Registrado como o maior peixe ósseo do mundo, pode atingir até 3 metros de comprimento, 4 metros de altura e pesar mais de 2 toneladas. Sua silhueta é circular e totalmente diferente de seus parentes. Outra coisa que difere dos outros peixes são suas barbatanas. Em vez de estarem ao lado de seu corpo, elas estão na região dorsal e anal, fazendo com que o peixe mova-se lentamente. Muitas vezes são muito grandes e, quando vão para a superfície, podem ser confundidas com tubarões.
Não é só por causa de seu tamanho que o Peixe lua é considerado diferente, este peixe também chama atenção por ser um grande transportador de parasitas. Os cientistas identificaram cerca de 50 espécies diferentes, entre parasitos internos e externos em seus corpos.
Devido à sua forma lenta de movimentação, o Peixe lua é facilmente capturado pelos outros animais (tubarões) ou mesmo pelo homem. Sua carne é apreciada por algumas culturas, embora eles contenham várias toxinas. Possui níveis elevados de mercúrio, e não se recomenda que adultos comam este peixe por mais de uma vez por mês. Além disso, eles podem estar contaminados com uma toxina chamada ciguatoxina, que causa uma doença grave de intoxicação alimentar (ciguatera),que melhora com o tempo, mas não tem cura. A ciguatoxina é encontrada em peixes de recifes tropicais.


Fonte: http://english.pravda.ru

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Vem aí o terráqueo sete bilhões!Será menino ou menina?

No dia 31 deste mês nasce o habitante número sete bilhões, de acordo com a projeção oficial das Nações Unidas (ONU).É possível precisar esta data “porque existem pressupostos em termos de crescimento”, afirma Teresa Rodrigues. A investigadora do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade (CEPESE) explica que “fazendo uma média, este tipo de organizações consegue fazer uma previsão”.É muito difícil precisar o sexo do habitante sete bilhões e onde nascerá porque a todos os segundos nascem crianças.
Mas as probabilidades apontam para que seja uma criança asiática do sexo masculino. Isto porque 60 por cento da população vive na Ásia, onde há países com níveis ainda muito elevados em termos de natalidade e onde nascem mais meninos do que meninas. “Há uma grande probabilidade que a criança seja chinesa ou indiana”, pressupõe Teresa Rodrigues.No site do Instituto Nacional Francês de Estudos Demográficos é possível ver um relógio da população mundial onde o número cresce à medida que crianças vão nascendo. No entanto, do ponto de vista rigoroso, a projeção que a ONU faz trata-se de uma estimativa porque “há países em relação aos quais não sabemos bem qual é a população, como Angola, por exemplo, onde não há recenseamentos há 40 anos”, explica Teresa Rodrigues.

O planeta pode aguentar tanta gente?

A notícia que a Terra teria, em 2011, sete bilhões de habitantes já foi anunciada em 2009 e em 2010, mas à medida que se vai aproximando a data surgem mais considerações face à capacidade do planeta de ‘aguentar’ tanta gente.Segundo Teresa Rodrigues, os limites da capacidade da Terra “não estão definidos em termos de sustentabilidade”, isto é, “a relação população-recursos-desenvolvimento não está definida”, o que acontece é que neste momento existem regiões onde “há um defasagem entre os recursos naturais existentes e o número de pessoas” que lá poderiam viver bem.Existem regiões na África, por exemplo, onde não há a capacidade para fazer plantações de determinados alimentos e as pessoas morrem de fome, mas os alimentos existem noutros locais.
Muitas dessas regiões são sociedades pobres e não têm capacidade para fazer investimentos tecnológicos para fazer furos a uma profundidade acentuada para distribuir água.Para a responsável do Instituto Português de Relações Internacionais a questão centra-se no fato de não haver uma distribuição igual de recursos e sobretudo da disponibilidade financeira suficiente para investir em tecnologia. “Das duas, uma: ou se transfere recursos para onde eles são necessários ou se investe em termos tecnológicos”, propõe.Neste momento, “a população no mundo está crescendo 1,2 por cento ao ano”, afirma Maria Filomena Mendes. Ou seja, muito menos do que aquilo que crescia há uns anos. Ainda “há regiões do mundo onde a população cresce mais do que o dobro” de 1,2 por cento, como na “África que cresce 2,8 por cento”.
Já nos países da Europa os valores são muito mais baixos e “não garantem o crescimento da população” nem a “capacidade de substituir as gerações”, afirma a investigadora. Isto acontece porque o estilo de vida e as formas de comportamento das populações na Europa, desde meados dos anos 70, “têm vindo a penalizar o número de descendentes relativamente até àquilo que gostariam”, explica.Até agora, na maior parte dos países europeus ainda não foi encontrada uma solução satisfatória para tentar inverter esta situação.África é o continente que poderá aumentar de população mais do que os outros. “Prevê-se que em meados do século XXI, uma em cada quatro pessoas do mundo seja africana”, diz Teresa Rodrigues. Neste momento, no entanto, o continente ‘ainda’ só tem 16 por cento do total da população mundial mas passará a ter 25 por cento.

Otimista ou pessimista

Alguns otimistas consideram que o aumento da população poderá gerar crescimento econômico e prosperidade sem haver necessidade de sacrificar o meio ambiente. Já os pessimistas vêem no aumento da população um sinal de menor qualidade de vida.Teresa Rodrigues encontra-se “no meio” destas duas visões.
Segundo a professora do Departamento de Estudos Políticos da Universidade Nova de Lisboa, “desde que haja disponibilidade para investir”, do ponto de vista científico e tecnológico, “há possibilidade da população mundial continuar a crescer sem que os recursos naturais e o meio ambiente sejam muito afetados”.O impacto no ambiente “começa a ser grave quando os países em vias de desenvolvimento”, como a China e a Índia, “não estão dispostos a sacrificar-se” porque os países desenvolvidos quando fizeram o desenvolvimento econômico não tiveram preocupações desse tipo.



Fonte:http://www.cienciahoje.pt

domingo, 2 de outubro de 2011

A exótica lagartixa Cyrtodactylus pulchellus

A principal lagartixa do gênero Cyrtodactylus, a Cyrtodactylus pulchellus é geralmente encontrada na vasta área de ilhas asiáticas. Seus representantes podem ser encontrados principalmente em florestas tropicais, onde permanecem no chão, em pedras ou na casca das árvores. Muitas vezes acompanha outras lagartixas do gênero Cnemaspis que vivem nas formações rochosas.
O tamanho das diferentes espécies do gênero é variável de 70 à 300 mm. Entre as espécies grandes temos a Cyrtodactylus consobrinus, Cyrtodactylus malayanus, Cyrtodactylus louisiadensis, Cyrtodactylus novaegiuneae e Cyrtodactylus irianjayaensis. Elas crescem mais de 250 mm, sendo que os últimos três tipos crescem até 300 mm.
A Cyrtodactylus pulchellus tem uma cabeça grande, arredondada no focinho e corpo esbelto e alongado. A cauda não é grossa, porém é longa. Sua coloração é uma combinação de amplas faixas transversais de marrom e bege, sendo que a ponta da cauda é branca. Os dedos são fortes com pontos de sucção e garras muito afiadas. É provável que as lagartixas adultas vivam juntas em pares. Seus ovos consistem de duas volumosas esferas calcárias que a fêmea enterra completamente na parte inferior de um substrato. Os filhotes são muito vorazes e comem muitos insetos. Se alimentando principalmente de grilos, baratas e gafanhotos.Os animais crescem rapidamente, em um ano são sexualmente maduros.


Fonte: http://www.reptarium.cz

sábado, 1 de outubro de 2011

Leiurus quinquestriatus, o escorpião que persegue a morte.

O Leiurus quinquestriatus, é uma espécie de escorpião, membro da família Buthidae. É também conhecido como escorpião amarelo da Palestina, escorpião do deserto israelense e vários outros nomes, o que geralmente se originam a partir do intercâmbio comercial em cativeiro do animal. O Leiurus quinquestriatus é considerado como uma espécie altamente perigosa, pois seu veneno é um poderoso coquetel de neurotoxinas.
Possui uma picada extremamente dolorosa, que normalmente não mata um ser humano adulto saudável. No entanto, as crianças pequenas, idosos ou doentes (tais como aqueles com uma condição cardíaca desfavorável ou aqueles que são alérgicos) correm um risco muito maior. Qualquer envenenamento corre o risco de anafilaxia, uma reação alérgica potencialmente fatal ao veneno. Se uma picada de Leiurus quinquestriatus for fatal, a causa da morte é geralmente por edema pulmonar.A empresa farmacêutica alemã Twyford e a empresa farmacêutica francesa Sanofi Pasteur produzem um antiveneno destinado ao tratamento dos envenenamentos do Leiurus quinquestriatus .
Um componente do veneno do Leiurus quinquestriatus, o chlorotoxin peptídeo, tem mostrado potencial para tratar tumores no cérebro humano. Há também evidências que mostram que os outros componentes do veneno podem ajudar na regulação de insulina e pode ser usado para tratar diabetes. As neurotoxinas no veneno de L. quinquestriatus.incluem a Chlorotoxina,Charibdotoxina,Scyllatoxina e as Agitoxinas tipo 1, 2 e 3.


Fonte: http://www.arachnoboards.com