domingo, 10 de agosto de 2014

Será que existem mais cães ou gatos no planeta?

Cachorro ou gato? Essa é uma das perguntas que gera muitas controvérsias. Mas, afinal, quando se trata do mundo inteiro, qual é o bichinho de estimação preferido? No geral, a maioria dos estados dos EUA tem uma relação de equilíbrio entre cachorro ou gato. Mas a história não segue esse padrão quando olhamos para o resto do mundo, onde a lealdade de alguns países favorece claramente um tipo de companheiro peludo sobre o outro. 
Quanto mais verde, mais gatos existem em um país. 
Quanto mais roxo, mais cães são preferidos. Cinza representa os países nos quais não há dados para a população de cães e gatos de estimação

Para esclarecer essa preferência de uma vez por todas, a empresa de marketing Euromonitor forneceu estimativas para o jornal estadunidense Washington Post, que leva em consideração a populações de cachorros e gatos de estimação em 54 países. O resultado, é que alguns países tem uma forte preferência por um ou outro. Na Índia, por exemplo, os cachorros de estimação superam os gatos em uma proporção de 10 para 1. Cães também desfrutam de uma boa vantagem de 2,5 para 1 na China. Por outro lado, os gatos são mais numerosos que os cachorros em uma proporção de 3 para 1 na Suíça, na Áustria e na Turquia.De uma maneira geral, os gatos são o animal de estimação preferido na maior parte da Europa Ocidental, com exceção da Espanha, de Portugal e da Irlanda. Na América do Sul, os cachorros ganham de lavada na maioria dos países, assim como em grande parte da Ásia. “Algumas regiões, como o Oriente Médio e parte da África, tem um apreço especial de longa data por gatos”, disse Jared Koerten, analista da indústria animal de estimação na empresa Euromonitor, a responsável pelo levantamento e criação desse mapa. “Na América Latina, é o completamente o oposto. Cachorros são parte da vida familiar lá”. Você concorda? As populações de animais ao redor do mundo também parecem seguir algumas tendências interessantes e igualmente inexplicáveis. Por um lado, os países altamente desenvolvidos, por razões ainda pouco claras, tendem a ter populações de cachorros e gatos mais equilibradas, de forma que, segundo Koerten, parece haver uma correlação entre as economias desenvolvidas e um equilíbrio entre a preferência por cachorro ou gato.No Brasil, segundo ele, há uma estranha afinidade por cachorros pequenos – de forma que há mais cachorros pequenos per capita do que em qualquer outro país.
E você, o que prefere: cachorro ou gato?

Fonte: http://io9.com

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Planeta em alerta, as abelha estão em perigo

Um parasita de pouco mais de 1 milímetro de comprimento é o responsável pela pior devastação já ocorrida nas criações de abelhas na Europa, alcançando também o norte da África e o continente americano. Trata-se da Varroa jacobsoni – a desinência, em homenagem ao entomologista holandês que a identificou na Ásia no início do século. A varroa se desenvolve junto com as larvas de abelhas, proliferando rapidamente. Calcula-se que cada abelha pode alojar até quatro parasitas, capazes de sugá-la até a morte. Embora a varroa tenha se originado nas abelhas asiáticas (Apis cerana), estas aprenderam a eliminá-la. 
O principal problema ocorre com as abelhas européias (Apis mellifera), justamente as maiores produtoras de mel. Estima-se que a varroa já atingiu 90 por cento dos enxames em algumas regiões da Europa Ocidental. Como os enxames também são usados para a polinização das plantações, o problema está afetando indiretamente a produção européia de frutas. Os criadores de abelhas no Brasil têm mais sorte. Segundo Constantino Zara Filho, presidente da Apacame, entidade representativa dos apicultores paulistas, “a varroa prolifera mais rapidamente em países de clima frio. No Brasil, consideramos que ela é responsável por apenas 1 por cento dos prejuízos à produção anual de mel”.
A abelha, inseto milenar, está presente em toda a história da humanidade, desde o início dos tempos. Desde as mais remotas civilizações até as mais recentes descobertas, a abelha sempre esteve e está intimamente associada ao ser humano e sua evolução. As abelhas podem ser indicadores biológicos do equilíbrio ambiental, muito útil no esforço da conservação, da biodiversidade e na exploração sustentável do meio ambiente.É urgente que se reconheça as abelhas e outros animais polinizadores como essenciais para a sustentabilidade da produção mundial de alimentos. Segundo pesquisadores, a produção de 2/3 da alimentação humana depende, direta ou indiretamente da polinização por insetos e, de acordo com estimativas feitas em 1998, pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), há no mundo uma perda de U$54 bilhões devido a deficiência na polinização das plantas cultivadas.  

Fonte: http://qz.com