
A região foi, em meados do século passado, palco de sobreexploração dos recursos hídricos como parte de um plano da então União Soviética para potenciar a produção de algodão que arruinou a economia baseada na pesca.
Hoje, o leito arenoso com um elevado teor salino alimenta as tempestades de areia afetando zonas tão longínquas como a Escandinávia e o Japão, onde causa problemas de saúde.
Segundo Ban Ki-Moon, o que sucedeu ao Mar de Aral é “um dos maiores desastres ambientais do mundo” e o secretário-geral das Nações Unidas apelou à colaboração das autoridades locais para repararem parte dos danos.
No entanto, a cooperação parece improvável, sobretudo à medida que a crise da água se intensifica – atualmente as autoridades do Uzbequistão queixam-se do impacto da construção de empreendimentos hidroeléctricos que reduzem a montante no Tajiquistão o caudal dos rios que alimenta.
Fonte: www.telegraph.co.uk
Um comentário:
Aqui há uma reportagem mais aprofundada sobre o tema:
http://migre.me/5gURs
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