sábado, 1 de dezembro de 2012

Bactérias podem ter provocado a maior extinção mundial

Agaricocrinus americanus uma das espécies extintas

Entre 250 e 252 milhões de anos atrás, cerca de 96% da vida oceânica e 70% da vida terrestre pereceram em um dos eventos de extinção mais impressionantes da história, que marcou a transição entre o Permiano e o Triássico.O motivo de tanta vida morrendo ainda não foi bem esclarecido. Existem algumas hipóteses, como, por exemplo, um impacto de meteorito igual ao que matou os dinossauros, ou então uma erupção gigantesca de um vulcão, ou até envenenamento maciço do oceano, ou ainda uma gigantesca liberação de metano. Alguns pesquisadores do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT, nos EUA) acreditam, no entanto, que pode ter sido uma combinação de todos estes fatores – e a chave para essa mistura é uma bactéria capaz de consumir níquel e produzir metano.
A hipótese de Daniel Rothman e seus colegas começa com a atividade vulcânica nas Províncias Vulcânicas Siberianas, no norte da Rússia, produzindo imensas quantidades de níquel, mais ou menos no período do final do Permiano. As erupções também jogaram imensas quantias de cinza e poeira na atmosfera, tornando os vulcões culpados de alterar drasticamente a atmosfera. Mas o golpe final veio quando a lava rica em níquel chegou ao oceano, onde a bactéria metanosarcina estava esperando. Segundo análises genéticas, cerca de 252 milhões de anos atrás esta bactéria adquiriu a capacidade de processar o níquel. O excesso de níquel acabou produzindo um salto na sua população, que por sua vez produziu montanhas de metano, além de acabar com o oxigênio dos oceanos.Depois de toda a mortandade, as bactérias e algas remanescentes consumiram todos os recursos disponíveis, tornando uma possível recuperação ainda mais difícil.Mas esta hipótese tem alguns problemas. Por exemplo, não está bem claro como o níquel teria chegado aos oceanos. O que nos resta é esperar por mais capítulos desse mistério 


Fonte: http://www.livescience.com

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Peixe com "rosto humano" é atração do aquário Weymouth Sea Life Park

Um curioso peixe com um "rosto humano" é mais recente atração do aquário Weymouth Sea Life Park, no Reino Unido, segundo o jornal espanhol ABC. A natureza decidiu dar um ar estranho a um peixe que se tornou na mais recente atração do aquário da cidade de Weymouth, no Reino Unido.O peixe tem um rosto com semelhanças humanas. E as suas características, afirma o ABC, parecem tiradas do filme da Disney "À procura de Nemo".Olhando para o peixe de perfil vê-se um rosto de onde sai uma protuberância que aparenta um nariz e que outros não hesitam em comparar com um chifre de um unicórnio.O peixe foi batizado de Nimrod, uma vez que também lembra o avião da RAF. 



Fonte: Jornal espanhol ABC

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Picada de carrapato transforma humanos carnívoros em vegetarianos

Os animais por fim parecem ter criado uma forma eficiente para evitar que sejam comidos. O caso é que um grupo de mamíferos de carne macia fez um acordo com os carrapato-da-estrela-solitária (Amblyomma americanum), cuja picada desencadeia uma forte reação alérgica à carne; uma leve epidemia destes casos está se espalhando pela costa leste dos Estados Unidos. Apenas uma picada deste carrapato pode converter um grande comedor de carne em vegetariano. Acontece que a pessoa, picada e que come carne, manifestará uma reação entre três e seis horas depois, que pode chegar até a um choque anafilático. Logicamente que qualquer um fará qualquer coisa para evitar esta reação, motivo pelo qual normalmente deixa de comer carne. 


 Fonte: http://www.ndig.com.br

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Ter um cérebro grande significa ser inteligente?

Nem sempre. A esperta baleia tem um órgão nanico - em proporções cetáceas e nesse caso o tamanho não é documento, veja abaixo uma lista de 10 animais e o tamanho proporcional de seus cérebros: 

Aranha 
Predadoras e exímias engenheiras de teias, aranhas têm, em geral, cérebro grande. Pesquisas mostram que, quanto menor a aranha, maior o cérebro, que pode chegar a cerca de 80% da massa do corpo. E mais: em algumas variedades, como é o caso da genus Mysmena, o cérebro chega a extrapolar a cavidade corporal e ocupar até um quarto das pernas. 

Tubarão 
O temido animal tem um cérebro de dar risada, equivalente a menos de 0,01% de sua massa. Predadores tendem a ser mais espertos que presas, afinal eles podem aprender com o erro, enquanto o outro, se errar, vira comida. Mesmo assim, o tubarão não é um animal dos mais inteligentes. Como tem pouca concorrência nomar, caça sem dificuldades. 

Papagaio
Pequenas aves têm cérebros grandes se comparados ao corpo, com uma proporção de cerca de 2%. Os papagaios exploram bastante o pálio, parte do cérebro responsável pela capacidade cognitiva. Segundo estudos com papagaios-cinzas-africanos, além de pronunciar palavras, há indícios de que eles consigam contar até 6 e reconhecer formas e cores.

Golfinho
O cérebro de um golfinho-nariz-de-garrafa, por exemplo, tem uma proporção baixa para suas capacidades. Ele se comunica por meio de ultrassons, com frequências específicas e únicas. É como a voz humana, que nunca é igual a outra. Já o golfinho comum, que pesa aproximadamente 60 kg, tem um cérebro de cerca de 800 g, o que equivale a 1,3% da massa corporal. 

Chimpanzé
É o primata com capacidade cognitiva mais próxima da do ser humano. Mas seu cérebro é pequeno, equivale a cerca de 1% do corpo. O órgão cresce 3,2 vezes durante a vida, praticamente o mesmo crescimento que o do homem. Cientistas acreditam que isso ajude a explicar a similaridade dos processos de aprendizado de humanos e chimpanzés. 

Crocodilo 
Há 200 milhões de anos eles são os maiores predadores de água doce no mundo. Mas levam a vida a lagartear na água, dormir muito, locomover-se pouco e dar o bote quando a fome bate. Logo, não precisaram evoluir muito. E têm um cérebro risível: 8,5 g, o tamanho de uma noz. Isso se tratando de uma máquina assassina que pode ter mais de 3 metros de comprimento. 

 Cão
São muitas raças, mas a proporção entre cérebro e corpo varia pouco, ficando em torno de 0,3%. As medidas medíocres, no entanto, não querem dizer que falta inteligência à cachorrada. Pelo contrário. Eles têm um olfato muito aguçado, podem reconhecer pessoas pelo timbre da voz e ainda conseguem desenvolver suas habilidades com a repetição de exercícios. 

 Elefante 
Tem o maior cérebro entre mamíferos terrestres, mas que equivale a apenas 0,1% de seu corpo. O neocórtex é desenvolvido, ou seja, há um bom espaço para o desenvolvimento da inteligência e da memória. Eles se lembram da localização de fontes de alimento e água, por exemplo. Assim como o homem e o chimpanzé, seu cérebro também cresce ao longo da vida. 

Polvo 
Junto com a aranha, tem o maior cérebro entre invertebrados, por menor que seja se comparado ao dos vertebrados. Dois terços de seus neurônios estão nos tentáculos. Além de enxergar bem, o polvo tem boa capacidade de tomar decisões. Pode abrir potes com tampa de rosquear e até apagar a luz do aquário à noite. Além de adivinhar o campeão da Copa do Mundo, é claro. 

 Baleia 
Um cérebro de cerca de 10 kg parece muito. Mas se considerarmos que baleias podem passar de 10 toneladas, a proporção entre massa cerebral e corporal do animal é 0,1%, muito menor que a do homem, que é de quase 2%. Mas, mesmo com um cérebro pequeno para suas dimensões, as baleias são bichos sofisticados, que se comunicam com muitos sons e podem aprender, ensinar e cooperar. 


 Fonte: http://super.abril.com.br