quarta-feira, 31 de março de 2010

Os sapos conseguem prever os terremotos


Desde o início de 2010 já tiveram lugar em diferentes pontos do mundo sismos de magnitude considerável, que causaram danos pessoais e materiais que, até certo ponto, poderiam ter sido evitados se fosse possível prever os eventos.
Esta capacidade de antecipação dos eventos sísmicos já foi identificada em animais e já se realizaram alguns estudos com espécies domésticas, mas o estudo de espécies selvagens é difícil devido à baixa frequência de ocorrência dos sismos e à sua imprevisibilidade.
Assim, quando a investigadora Rachel Grant detectou, ao analisar retrospectivamente os seus dados relativos aos dias anteriores ao sismo L’Aquila, alterações no comportamento de sapos-comuns (Bufo bufo) de uma colónia nas imediações da cidade, logo a identificou como a oportunidade perfeita para estudar a capacidade de previsão de um sismo exibida por animais selvagens.
A cientista da Universidade Aberta em Milton Keynes (Reino Unido) analisou o comportamento dos sapos que habitavam o lago de San Ruffino, a 74km de L’Aquila nos período pré-, durante, e pós-sismo tendo verificado que 5 dias antes do sismo 96% dos machos reprodutores tinham abandonado a colónia, que no espaço de 2 dias deixou de ter qualquer par reprodutor.
Trata-se de um comportamento muito invulgar uma vez que, normalmente, os animais só abandonam as áreas de reprodução quando as posturas terminam, e em L’Aquila estas estavam ainda começando.
Por outro lado, a investigadora detectou que a realização de posturas no local deu-se até 6 dias antes do sismo, tendo recomeçado 6 dias após o evento, não se verificando posturas durante o período que decorreu desde o primeiro abalo significativo até à última réplica.
Não tendo havido quaisquer outras variações ambientais que pudessem estar na origem destas alterações comportamentais, a investigadora concluiu que os animais anteciparam o sismo, embora não seja claro como o terão feito.
A alteração no comportamento dos sapos coincidiu com perturbações na camada electromagnética mais elevada da atmosfera, cuja ocorrência já foi associada a libertações de um tipo gás que precedem os sismos, embora não se saiba qual foi a causa das alterações no caso o sismo de L’Aquila.
O artigo conclui “As nossas observações sugerem que os sapos são capazes de detectar pistas pré-sísmicas como a libertação de gases e de partículas com carga, que usam como sistema de alerta de terremotos.”

terça-feira, 30 de março de 2010

A camisinha pode contribuir para conservar a floresta tropical no Brasil


No âmbito do seu programa de luta contra a AIDS o governo do Brasil aposta na prevenção, nomeadamente através do uso de preservativos que fornece gratuitamente. Com efeito, na “cesta básica” que é distribuída às pessoas com baixo rendimento são incluídos preservativos que cumprem também a função de incentivar o planejamento familiar.
Globalmente o governo brasileiro é o maior consumidor de preservativos, importando mais de um bilhão de unidades anualmente, produzidas com borracha sintética. De forma a reduzir a dependência na importação o estado Brasileiro pôs em marcha um projeto que, para além reduzir a necessidade de importação de preservativos, pode constituir uma importante contribuição para a conservação das florestas tropicais nacionais.
O programa passa pelo restabelecimento de uma prática que em tempos trouxe ao Brasil muita prosperidade – a produção de borracha natural a partir do látex extraído das árvores na Amazónia – e que mais tarde foi abandonada devido ao aparecimento de borracha sintética, cujos custos de produção são inferiores.
Com efeito, foi aberta uma fábrica no estado de Acre que permitirá produzir 100 milhões de preservativos anualmente a partir de látex obtido de uma reserva florestal de forma sustentável. Esta atividade resultará na criação de emprego na região, gerando sustento para 550 famílias e reduzindo simultaneamente os incentivos à desflorestação, contribuindo assim para a conservação das florestas.
O esquema está sendo atualmente reproduzido por empresas para a produção de sacolas de supermercado e bolsas que são colocadas no mercado com a indicação no rótulo de que são fabricadas a partir de borracha sustentável. Uma destas empresas é a Treetap que detém uma patente do látex, que certifica que os seus produtos são de “comércio justo” e que se gaba de ter colocado a preservação da florestal tropical no cerne da sua política de negócios.



segunda-feira, 29 de março de 2010

O musical das baratas

Para descontrair,este video é para quem gosta muito de baratas!!!!

domingo, 28 de março de 2010

Top 10 animais albinos

A palavra albinismo deriva do latim albus(branco) e se refere à incapacidade de um indivíduo ou animal de fabricar um pigmento denominado melanina (do grego melan, negro), que dá cor à pele e protege da radiação ultravioleta do Sol .
O albinismo é muito raro. Quando ocorre no habitat selvagem os animais têm uma taxa muito baixa de sobrevivência. No cativeiro a taxa da sobrevivência é boa, mas raramente se vê um albino.Veja abaixo uma lista com 10 animais labinos:
1.Gorila

2.Esquilo

3.Morcego

4.Gambá

5.Rã

6.Tartaruga

7.Canguru

8.Jacaré
9.Coala

sábado, 27 de março de 2010

Mistérios da natureza:As pedras que andam no Vale da Morte

É um grande mistério que uma pedra que pesa mais ou menos como um homem pode se mover por conta própria. Isto se tornou um quebra-cabeça difícil de ser solucionado na última década. As pedras do Vale da Morte deslizam sobre o vale em um local onde nenhuma pessoa vive, este vale esta cheio de terra lamacenta seca com rachaduras durante o verão e gelo durante o inverno.

As misteriosas pedras do Vale da Morte deixam um rastro para trás. Alguns geólogos concluíram que as misteriosas pedras se movimentam através do solo suave quando a lama está molhada e como as pedras têm gotas de gelo sobre elas com a ajuda do vento elas deslizam. Isto, no entanto não é inteiramente verdade porque as pedras se movimentam durante o verão quando a temperatura está muito alta e até secam as pedras. As pedras não só deslizam no chão liso, mas cavam e deixam um rasto superficial na sua esteira.

À medida que o ano avança, cada pedra tem o seu próprio caminho.Algumas pedras fazem formas lineares outras fazem voltas ovais, enquanto outros criam uma forma ondulada em suas trilhas. Ninguém jamais viu elas caminharam e ninguém sabe a velocidade com que se movem. As pedras do Vale da Morte enquanto estão deslizando pelo vale nivelado deixam pistas diferentes por trás delas. Algumas pedras movem-se mais do que outros ao longo de dois a cinco anos.



sexta-feira, 26 de março de 2010

Top 10 peixes mais bonitos do mundo

1.Peixe Mandarin

2. Discus

3.Peixe Leão

4. Moorish Idol

5-Carpa

6. Flame Angel

7. Coral Beauty

8. Regal Tang

9.Peixe Papagaio

10. African Cichlids

quinta-feira, 25 de março de 2010

Contribuição da produção de gado para as Alterações Climáticas será alvo de reavaliação


Depois de um relatório da FAO ter concluído que as emissões de gases de efeito estufa associadas à produção de carne corresponderiam a 18% do total, superando a contribuição do setor dos transportes, várias personalidades e entidades a nível internacional têm feito campanha para que se alterem os padrões de alimentação com a diminuição do consumo de carne.
No entanto, recentemente, cientistas americanos da Universidade da Califórnia questionaram a validez da estatística e a comparação com a contribuição do setor dos transportes em termos de emissões, alegando que não foi utilizada a mesma fórmula de cálculo.
Com efeito, no relatório de 2006 da FAO, Intitulado “A ampla sombra do Gado”, para o cálculo das emissões associadas à produção de gado para obtenção de carne, os especialistas somaram todas as emissões desde a criação dos animais até que a carne é servida, incluindo a produção de fertilizante, a conversão dos terrenos de floresta, a libertação de gases pelos animais durante a digestão e o uso de veículos nas explorações pecuárias.
No entanto, no que diz respeito à contribuição em termos de emissões do setor dos transportes, utilizou-se o valor de um relatório do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas que apenas teve em conta a queima de combustíveis fósseis.
Um dos autores do relatório da FAO, Pierre Gerber já aceitou a crítica e admitiu o erro, tendo anunciado que já está sendo elaborado uma nova e mais completa análise das emissões associadas à produção de alimento, que incluirá uma comparação entre dietas à base de vegetais versus dietas à base de carne.
A crítica à estatística da FAO por parte dos cientistas americanos, foi anunciada num encontro da Associação Americana de Química, durante a apresentação de um estudo que concluiu que não é a dimensão do setor da produção de gado mas sim a forma como é gerido, que deve ser revista no âmbito do combate às Alterações Climáticas.
Segundo Frank Mitloehner “Produzir menos carne e leite só contribuiria para aumentar a fome nos países pobres”. Com efeito, outras vozes já se ergueram defendendo que o consumo de carne é uma fonte de proteínas essencial em algumas áreas geográficas, como por exemplo as zonas áridas da África Oriental ou das zonas que envolvem o Ártico.
Por outro lado, Frank Mitloehner adverte que a redução do consumo de carne em países desenvolvidos como é o caso dos Estados Unidos, onde os transportes emitem 25% do total de GEE, ao passo que a criação de porcos e gado bovino representa apenas 3%, não é a melhor estratégia para reduzir as emissões.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Desenvolvido telhado “termo-inteligente” a partir da reciclagem de óleos alimentares


O uso de telhas brancas para refletir os raios solares, ou pretas para os absorver não é novidade, tendo inclusivamente sido desenvolvidas telhas que mudam de cor de acordo com a temperatura. No entanto, cientistas americanos criaram um inovador revestimento para os telhados dos edifícios que, para além cumprir a mesma função, permite a reciclagem de óleo de cozinha.
O invento é da autoria de uma equipe de investigadores americanos e envolve o processamento de óleo de uso culinário com adição de um composto para produzir um polímero líquido que solidifica formando um material plástico depois de aplicado.
Manipulando a composição do revestimento é possível ajustar o seu termóstato para o clima de determinada área geográfica de tal forma que no Inverno o telhado capta calor ao absorver a radiação solar, função anulada no Verão quando a radiação passa a ser refletida.
“Este revestimento de telhado com base biológica pode reduzir os custos do aquecimento e arrefecimento porque responde ao ambiente exterior. Permitirá poupar combustível e eletricidade e reduzir as emissões de compostos orgânicos voláteis dos produtos constituídos por derivados do petróleo usados nos telhados convencionais. Para além do mais, dará destino a milhões de litros de óleo depois de ter sido usado para fritar” explica Bem Wen, que liderou a investigação.
Os testes de eficiência do novo revestimento quando comparado com telhas revestidas a asfalto revela que pode reduzir as temperaturas dos telhados no Verão em 50-80%, ao passo que em épocas frias pode aumentá-la em 80%.
A inovadora cobertura pode ser aplicada a qualquer tipo de telhado, durando vários anos, após os quais pode ser reaplicada e se tudo correr conforme o previsto pode chegar ao marcado dentro de 3 anos com um preço inferior aos dos revestimentos de cor clara convencionais.


terça-feira, 23 de março de 2010

As 5 mães mais cruéis do mundo animal

1. Burying Beetle
A mãe besouro irá alimentar os seus filhos, um por um. Mas se o alimento for pouco, os filhotes não irão apenas ficar sem o alimento, mas eles serão comidos vivos por sua mãe. O besouro normalmente se alimenta do cadáver de um rato. A mãe besouro desova nos alimentos disponíveis (o corpo de um rato morto ). Então, para aumentar a chance de crescer todos os filhotes, o número de filhotes deve ser ajustado ao número de alimentos.
2.Panda
Mamãe Panda vai apenas tomar conta de um filhote. Se ela tiver mais de um filhote, o outro ficará sozinha na selva. Enquanto isso, o fiohote favorito crescerá saudável, com alimentos suficientes. O outro filhote vai ficar muito magro e doente.Para a mamãe Panda é realmente imposssivel fornecer alimentos suficientes para o segundo , assim durante o primeiro mês (quando o filhote Panda não pode procurar sozinho o seu alimento) o filhote que não recebe o alimento deve sobreviver por si, se não ele vai morrer.


3. Hamster
A mãe Hamster sempre tem muitos filhotes. Se o filhote não é perfeito e saudável a mãe vai comer o bebê vivo . Também é feito isso quando falta comida para a família .


4. Black Eagle
A mamãe Black Eagle não se importa com todos os seus filhotes. Não há um número grande de alimentos disponíveis e é difícil de ser encontrado. Assim, a mãe não se importa com os seus filhos, somente aquele filhote forte é que vai sobreviver.


5.Lebre
A Mãe lebre sempre deixa os filho te sozinhos. Nos primeiros 25 dias ela entra para alimentar os filhotes não mais do que 2 minutos por dia.O filhote é alvo fácil para o predador. Isso é o jeito da mãe tentar sobreviver. A maneira de fazer isso é sair do buraco do ninho. Após 25 dias, o filhote pode procurar sua própria comida.

Fonte:http://www.worldinterestingfacts.com

segunda-feira, 22 de março de 2010

Dia Mundial da Água: Ford mostra a economia no consumo em suas fábricas no Brasil

Sistema ecológico de tratamento de efluentes sanitários
conhecido como wetlands

A Ford obteve em suas fábricas e escritórios do País uma redução média de 22,5% no consumo de água por veículo produzido no Brasil nos últimos quatro anos. Esse número mostra os esforços e os avanços da empresa no seu plano de sustentabilidade, uma das premissas básicas da marca no Brasil e no mundo.
"No momento em que se comemora o Dia Mundial da Água, em 22 de março, entendemos que é importante divulgar esse número como demonstração de conscientização de preservação deste bem público. Nosso objetivo é construir ações de sustentabilidade com grandes inovações, mas também a partir de pequenas iniciativas", diz Edmir Mesz, engenheiro ambiental da Ford no Brasil.
O responsável pelos programas de sustentabilidade da Ford no Brasil destaca que diversas ações já foram implementadas nas fábricas da empresa. Com isso, a redução do consumo de água teve resultados significativos.
A fábrica da Ford em Camaçari, na Bahia, nasceu dentro dos mais modernos conceitos ambientais de uso de energia e utilidades, e continua a aprimorar a gestão desses recursos. Em 2009, o seu consumo total de água apresentou uma economia de 12.450 m3 em relação ao ano anterior (de 789.860 m3 para 777.410 m3). Esse total representa um índice de 3,75 m3 de água por veículo produzido, um dos menores do Brasil.
A fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, SP, também tem conseguido diminuir progressivamente o seu consumo de água. Em 2009, ela utilizou 3,44 m3 por unidade produzida – número 23,5% menor que há quatro anos – e a meta é chegar a 3,23 m3 em 2010.
Economia e reuso - Entre as ações que contribuíram para essa economia estão a instalação de torneiras com fechamento automático nos banheiros e vestiários, a substituição de redes subterrâneas por tubulação aérea, a adoção de novas torres de resfriamento de água com tecnologia avançada e o uso de sensor ultrassônico para a caça de vazamentos. A Ford também promove campanhas de conscientização para os empregados sobre o uso racional dos recursos naturais e criou um Comitê de Conservação de Energia e Água que busca iniciativas para a melhoria contínua.
Uma das inovações adotadas pela Ford na fábrica de Camaçari para a economia de água é o sistema ecológico de tratamento de efluentes sanitários conhecido como wetlands. Por meio de tanques com plantas aquáticas e a ação de bactérias que se desenvolvem em suas raízes, ele realiza o tratamento de 700 mil litros de água por ano, que é reutilizada na irrigação dos jardins.
Trabalho permanente - "Como toda atividade voltada à sustentabilidade, o combate ao desperdício é um trabalho sem fim. Quando se atinge um certo nível de eficiência os novos avanços passam a ser pequenos, mas não podem ser desprezados", lembra Edmir Mesz. O mais importante, segundo ele, é a conscientização quanto à preservação dos recursos hídricos, tanto nas empresas como nas residências, tendo em vista a possível escassez mundial de água no futuro. “Apesar de o Brasil deter 11,6% de toda a água doce superficial do mundo, praticamente dois terços estão concentrados na Amazônia, enquanto o restante se espalha de forma desigual pelo País para atender 93% da população”.
Para comemorar o Dia Mundial da Água e incentivar a participação dos empregados nas ações de preservação, a Ford programou uma série de atividades nas fábricas. Além de faixas, distribuição de folhetos e mensagens, a empresa organizou palestras, visitas, apresentações de teatro e caminhadas para a detecção de vazamentos de água.

domingo, 21 de março de 2010

Top 6 paisagens celestiais na terra

Ninguém sabe como é o céu e nem se ele existe. Mas tanto o que temos acreditado, é que é um lugar muito bonito.Aqui estão os mais belos cenários que nos fazem pensar sobre o céu na terra. Esses cenários são criados pela natureza. Não há nenhuma mão humana. Aqui estão as fotos dos mais belos cenários:
1. As águas do rio colorido Jiuzhaigou
País: China
Local: no meio do país, ao norte da província de Sichuan
2. O Parque Plitvice e suas cachoeiras
País: Croácia
Local: ao norte de Gospic

3. Ilha de Tasmânia
País: Austrália

4. Picos cársicas em Guilin, ao longo do rio Li
País: China
Local: Sul do país, entre Guilin e Yangshuo

5. O Great Canyon do Colorado
País: Estados Unidos
Local: sudoeste do país, estado do Arizona

6. Milford Sound, e o pico Mitre
País: Nova Zelândia
Local: Sudoeste da Ilha do Sul


sábado, 20 de março de 2010

Asfalto poroso absorve água e reduz riscos de enchentes

O asfalto poroso (esquerda) e o concreto poroso (direita)
conseguem reter quase 100% das águas

Pavimentos porosos desenvolvidos pela Escola Politécnica (Poli) da USP são capazes de absorver com facilidade e rapidez a água da chuva e podem ajudar a reduzir os impactos das enchentes. Segundo o professor e coordenador da pesquisa José Rodolfo Scarati Martins, “os pavimentos funcionam como se fossem areia da praia e permitem que as águas cheguem aos rios e córregos com a metade da velocidade”.
Um experimento da pesquisa contendo os dois tipos de pavimento – um feito com placas de concreto e outro com asfalto comum misturado a aditivos – foi desenvolvido em um dos estacionamentos da Poli e conseguiu reter praticamente 100% das águas das chuvas dos meses de janeiro e fevereiro deste ano. O diferencial dos pavimentos porosos desenvolvidos pela Poli em relação aos já existentes deve-se ao fato de possuir uma base de pedras de 35 centímetros, a qual é responsável por reter a água por algumas horas e diminuir a probabilidade de enchentes no local.
“A impermeabilidade do asfalto comum é uma das grandes vilãs do meio ambiente urbano, pois não permite que a água seja absorvida pela terra e ajuda a causar as enchentes. Os pavimentos que desenvolvemos são diferentes, pois são capazes de devolver parte da permeabilidade ao solo e consegue absorver a água com muita rapidez”, explica Martins.
A diferença entre os dois tipos de pavimentos está na superfície – um é feito com concreto e outro com asfalto comum. “Mesmo com pequenas diferenças entre eles, ambos retém porcentagem grande de água se comparados ao asfalto convencional e funcionam de maneira muito eficaz”, salienta o pesquisador.
Um dos pavimentos porosos desenvolvido na Poli é uma mistura entre o concreto asfáltico comum e vários aditivos que permitem que sejam mantidos espaços, como poros, na superfície. Dessa maneira, a água proveniente das chuvas é absorvida por esses poros e acabam sendo retidas, por algumas horas, entre as pedras que constituem a base.
Como parte do experimento, há ao lado do estacionamento feito com o asfalto poroso um espaço, como se fosse uma caixa d’água, que recebe toda a água retida na base de pedras. “Toda a água absorvida pelo asfalto tem como destino esse local. Com isso, podemos monitorar desde a quantidade de chuva até a capacidade de retenção do pavimento”, explica.
Segundo Martins, o pavimento poroso custa 20% a mais do que o asfalto convencional , mas com sua implantação em larga escala esse preço diminuiria. “O valor que temos relaciona-se ao experimento. Quando pensamos no uso do asfalto poroso em cidades grandes como São Paulo o custo cai muito, pois seria produzido em quantidade muito maior e, consequentemente, baratearia a produção e a manutenção”, diz.

Projetos futuros

Desenvolvida com o apoio da USP e da Prefeitura Municipal de São Paulo, a pesquisa teve início em 2006 e pretende ampliar o experimento para fora do campus. “Hoje sabemos que o pavimento funciona muito bem em estacionamentos e já poderia ser implantado em shoppings e locais semelhantes. Futuramente, pretendemos fazer o mesmo tipo de experimento em ruas de tráfego leve em áreas residenciais para observarmos se o asfalto poroso funcionará da mesma forma”, diz o pesquisador.
Além disso, o grupo de pesquisa coordenado pelo professor pretende avaliar o tempo de desgaste do asfalto e a qualidade da água retida na base de pedras do pavimento. “É importante sabermos como é essa água, se ela contém algum contaminante e se pode ser infiltrada no terreno. Caso não haja nenhum aspecto negativo em relação aos contaminantes, é possível que, além de ajudar a cidade a combater as enchentes, possamos reutilizar a água da chuva para limpeza de vias públicas, por exemplo”, enfatiza Martins.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Tardigrada, o animal mais forte do planeta

TARDIGRADA
O tamanho deste animal é super pequeno, apenas cerca de 0,5 mm. Mas a resistência ao calor e ao frio é surpreendente. Ele pode sobreviver mesmo se forem congelados a uma temperatura de -200 ° C ou aquecido a uma temperatura de 150 ° C.
Por causa do tamanho muito pequeno, este animal é muito difícil de ser visto a olho nu, mas estes animais podem ser encontrados em quase qualquer altitude,de 6000 metros acima do nível do mar ao fundo do mar (4000 m abaixo do nível do mar).
Em Inglês, este animal é chamado WATER BEAR. Assim chamado porque tem a forma similar aos ursos e seu habitat é água, doce ou salgada.
Este animal foi identificado pela primeira vez e descrito em 1773 por Johann August Wphraim Goeze, um pesquisador de animais e sacerdote na Alemanha. Até agora, existem cerca de 1.000 espécies conhecidas de Tardigrada no mundo.
Além de viver em ambientes com temperaturas extremas, esses animais podem sobreviver no ambiente atmosférico extremo. Com base em pesquisa realizada pelo Departamento de Biologia da Universidade de Wisconsin-La Crosse, E.U.A., este animal revelou-se inoperante quando inserido em um vácuo, durante oito dias!Estes animais não morreram quando inserido em recipiente pressurizado acima de 1200 vezes a pressão atmosférica normal!
Ele é capaz de sobreviver sem água por muito tempo. Também suportam a exposição à radiação ultravioleta milhares de vezes acima do limite normal. Não morrem imediatamente quando cozidos com álcool!
Tardigrada de frente
Como estes animais podem ser tão fortes? A resposta está na capacidade de regular o metabolismo. Em condições extremas, ele pode mudar a velocidade do metabolismo em uma centena de vezes mais lenta do que o metabolismo normal. Essa mudança faz com que seja capaz de sobreviver sem água, ar, a altas temperaturas e baixa temperatura. Nessa condição, os sinais de vida acabam, apesar do fato de que não morrem.
Como a taxa metabólica cai, ele também fez uma série de ajustes. Por exemplo a água que perde em seus fluidos do corpo são substituídos por açúcar específico, chamado Trihalos. Como o corpo perde água, Trihalos irá formar um gel que protege o corpo contra a seca. Além disso, Trihalos também serve como uma fonte de energia.
Com estas habilidades, Tardigrada tem condições de sobreviver durante uma guerra nuclear.Suspeita-se que ele também pode sobreviver se lançado no espaço!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Produção de hidrogénio como combustível a partir de energias desperdiçadas


Através de um novo processo que ultrapassa as fronteiras da química da água, formas de energia desperdiçadas são utilizadas para produzir hidrogénio como combustível.
Neste método inovador, os investigadores da University of Wisconsin-Madison conseguem, por exemplo, utilizar o ruído ambiente ou vibrações para transformar água em combustível à base de hidrogénio, separando o oxigénio e o gás de hidrogénio.
No processo, utiliza-se fibras de nanocristais que podem, com a ajuda de energias geralmente desperdiçadas, criar cargas positivas e negativas e assim um potencial elétrico devido à piezoelectricidade dos nanocristais. Este fenómeno é aproveitado há mais de um século nos relógios de quartzo. Com o aproveitamento da piezoelectricidade em nanocristais, em vez de cristais de grande dimensão conseguiu-se uma maior eficiência na produção de cargas, sendo também mais eficientes do que muitas outras fontes de energia experimentais.
Ao produzir gás de energia consegue-se a forma mais estável da energia química do hidrogénio que pode ser utilizado como combustível sem perda de potência. O potencial desta tecnologia não tem limites. Por exemplo, o nosso andar poderá passar a carregar os telemóveis ou os leitores de música.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Top 10 maiores fenômenos naturais do mundo

1. Terraços Pink and White
Estas maravilhas naturais da Nova Zelândia estão agora apenas na lembrança, porque foram destruídas pela erupção vulcânica do Tarawera em 1886. O fenômeno natural de água quente que se formou por geiseres. A maior piscina de água quente tinha em torno de 3 hectares. Antes da destruição desse fenômeno, era conhecido como a "A Oitava Maravilha do Mundo".

2. Caverna dos Cristais
A Caverna dos cristais fica localizada em Chihuahua, México


3. Relâmpagos Catatumbo
Na Venezuela este misterioso fenômeno é chamado de "del Catatumbo" ou "relâmpago Catatumbo". A Localização dos relâmpagos é na foz do rio Catatumbo no lago Maracaribo,na Venezuela.

4.Pilares Light
Fenômeno visual criado pela reflexão da luz.


5. Penitentes
Fenômeno natural que acontece apenas entre o Chile e a Argentina. É um fenômeno na neve da superfície e é provocado pelo vento forte na Cordilheira dos Andes.

6. Moeraki Boulders
São pedras na praia formadas por ondas, situadas em Koekohe Beach, na Nova Zelandia.

7. Sun Dogs
Fenômeno onde há 3 sóis no horizonte.

8. Basalto colunar
Formações rochosas que se formaram devido à erupção vulcanicas.O Basalto está localizada no Giant's Causeway na Irlanda do Norte.

9. Red Tides
Um fenômeno natural que ocorre devido a reprodução desordenada de microorganismos na zona costeira , no mar ou em rios tornando a água roxa e vermelha.

10. Circulos de gelo
Os Círculos de gelo é um fenômeno extremamente raro que acontece em água gelada. Os grandes círculos podem ser encontrados na Escandinávia e na América do Norte, e as últimas aconteceram no Reino Unido, em janeiro de 2009.

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